Nerdgasm! The Guild!

Sim, se você não é nerd OU não tem o mínimo de interesse por essa cultura que está crescendo e vai dominar o planeta, pare de ler… Agora!

Ok, já que só sobrou quem está interessado, começarei de “feto” o post.

Hoje, acordei e liguei meu computador como todos os dias de minha vida nerd que não requerem a saída imediata pra universidade, e logando no MSN, Saraiva(vulgo Tuca), me manda o link do YouTube. Comecei a assistir o primeiro… o segundo, terceiro episódio e me apaixonei. Bom. The Guild é uma Web-Series sobre gamers, de episódios curtinhos mas bem construídos, e por mais que não citem que estão jogando World of Warcraft… É World of Warcraft.

The Guild, é composta por 6 membros: Codex, a personagem principal gostosinha atuada por Felicia Day (*-* precisa explicar mais?); Vork, o nerd que joga numa especie de cozinha no quintal para roubar a conexao wi-fi dos vizinhos e contabiliza cada centavo que gasta; Bladezz, o rogue sexy tarado que sacaneia todos; Zaboo, o Rajesh Koothrappali da série (se liguem no nome dele depois); Tinkerballa, a língua afiada do grupo e finalmente Clara, a mãe sem noção que deixa seus bebês sem amparo para ficar jogando. Aí vai um aperitivo da coisa toda:

(“Tank” and “Spank”, adorei… vou usar essa…)

Vale a pena dar uma conferida, é um bom passatempo e garante algumas risadas, não vou me adentrar mais. Assistam!

http://www.watchtheguild.com

Primeiro Episódio:

Se divirtam =]

“Deos existe, e ele é americano!”

E depois dizem que eu não acredito em Deos.

A frase do título foi dita pelo célebre professor Milton Glass em sua obra Superpoderes e Superpotências, e devo admitir que é extremamente pertinente, mais que isso, cabível. Cabível sim, afinal verdadeira seria apenas se Alan Moore fosse, além de gênio, alquimista ou qualquer coisa mais real que um mago (ou qualquer coisa). De forma ou outra, se há um ser, tangível ou fictício, capaz de se equiparar e ser comparado a Deos, esse bendito é o Dr. Jonathan Osterman, também conhecido como o Super Smurf ou simplesmente Dr. Manhattan.

“Eu não acredito que exista um Deos. E se existe eu não me pareço em nada com ele” – disse Deos, digo, Jon. Pois é Doutor, eu sou dessa turma também, mas o senhor há de convir que tem tudo para ser a divindade protetora e objeto mor de adoração dos homens. Lembra-me do menino que se pôs a tirar dúvidas sobre fé, religião e existencialismo com sua querida mãe:

– Mamãe, Deos existe? – pergunta o curioso garoto.

– Mas é claro, meu filho? – a mãe temente responde.

– Ele é uma pessoa como nós? – insiste a criança metediça.

E a mãe:

– Não sei, meu amor, mas acredito que não.

– Ele é branco? – continua perseverante.

– Não, filhote.

– Ele é preto?

– Também não? – responde a mãe sorrindo.

O garoto então confuso emenda:

– Mamãe, Deos é o Michael Jackson?!?

A mãe deu de ombros.

No entanto ela poderia ter negado e dado como tal o Dr. Jon. Apesar de parecer brincadeira ele realmente poderia ser nomeado Deos onipresente, onisciente e onipotente de uma humanidade monoteísta utópica. Em sua curta existência no planeta em que foi concebido, agiu como e tomou decisões, frente aos eventos ocorridos no referido período de tempo, semelhantes às que tomaria o Deos de grande parte das religiões.

Quando contatado por seus fieis terrenos Deos parece estar em algum lugar nos céus, pois é o que fitam os olhos dos mesmos. Curiosamente o refúgio encontrado por Jon localiza-se, em análise pouco radical, n’algum lugar dentro da imensidão azul acima de nossas cabeças. Vale lembrar que sua fuga se deu, indiretamente, por motivo de um caos bélico iminente, no qual desejou não se envolver, permanecendo imparcial e autorizando a serem os homens seus próprios juízes e réus. Vale lembrar que em sua versão cinematográfica assumiu a responsabilidade de uma tragédia colossal, que dizimou milhões de seres humanos e destruiu incontáveis patrimônios. Fazem o mesmo (ou lhe são atribuídos fardos semelhantes), diariamente, os Deoses das mais diversas religiões, organizadas ou não, afinal “aconteceu por que Deus quis” (ou não). Eu duvido muito que um homem de bem ser morto atropelado por um motorista embriagado e drogado seja a vontade de Deos, se ela existir de fato. Jon pensava da mesma forma, não à toa se exilou da humanidade, ou melhor, da versão distorcida tanto quanto poderia ser da que ele ou qualquer outro Deos imaginou. Ele dava sim importância para os homens, apenas achou que já não era mais necessário entre eles, os julgou capazes de caminharem sem auxílio, atribuindo a suas divindades seus fracassos e, desconsiderando seu próprio esforço, suas vitórias. BOA, JON!

Dr. Manhattan poderia sim ser nomeado Deos. Mal não faria. Além de tudo sua pele não é branca, preta, amarela ou vermelha, mas tem a cor de algo comum as pessoas do mundo mundial (exceto o pessoal dos presídios, cavernas, etc.): o céu. Poético, não?

=D

Eu não sei se a Velha Rabugenta pensou nisso, mas é muita coincidência demais. Deve ter mais naquela barba além de piolhos, ácaros e, claro, pelos.

ECA!

Jay Vaquer – Alive in Brazil



Só pra ficar com a moldura branca em volta da foto.

Dia desses (eu me lembro, fazia frio), me perguntava o porquê de uma categoria petulantemente intitulada “Música” nesse blog, uma vez que não se fala sobre tal assunto no mesmo. Foi por esse motivo que decidi compartilhar um pouco de minha peculiar apreciação por tão admirável manifestação cultural e, de quebra, dar uma dica de boa audição. Na minha modesta opinião, é claro.

Muitos podem emitir juízos de valor equivocados, se me permitem, a meu respeito quando digo que o pop/rock nacional não apresenta nada de novo há muito tempo. Preconceituoso é um termo por que já espero, dentre outros de calão talvez mais baixo (ou não). Entretanto, mesmo que não pelas mãos daquele único que salva, para tudo e todos existe sempre uma salvação; por mais que seja prepotência tratar dessa forma, a indústria fonográfica pop clama por auxílio criativo.

Falsas modéstias e discursos moralistas superados, vamos ao que interessa.

Por muito tempo tive que aturar um conhecido (OIMÁ!) saturando minha paciência com um tal de Jay Vaquer. Não parava de lembrar que eu precisava ouvir o som do cidadão, que era muito bom e blábláblá. Entretanto criatura essa tem gosto musical ímpar; crer nele cegamente representa um erro principiante, basta conhecer a figura. E foi um erro de fato. Um erro ter duvidado de tão honesta declaração, feita por um homem apaixonado por música assim como eu e você, leitor – acredito. Jay Vaquer é música de qualidade, altíssima qualidade. Até meu pai disse isso.

Calma! Não estou sugerindo que vá ouvir a enorme discografia de quatro discos (!) do rapaz. Muito pelo contrário, me proponho a indicar apenas o quinto álbum, e primeiro registro ao vivo, catalogado por ele: Alive in Brazil. O DVD, mais especificamente.

Jay Vaquer é um músico extraordinário. Considere isso quanto ao sentido etimológico da palavra; o que é X pra uns pode ser Y para outros. Extraordinário por fazer da sequência mágica da música harmonia irreconhecível com um simples arranjo e uma letra mordaz, capaz de tocar qualquer brasileiro são, em dia com as maracutaias evangélico-parlamentares tradicionais nesse país. Vaquer apresenta uma excentricidade encantadora quando se dispõe a encadear acordes, fugindo da mediocridade e do comum e criando belas e intrincadas canções (eu devo ter escrito errado e o Word corrigiu para “coesões”!). Apesar de nos agraciar com tão insólita e atraente sonoridade seu grande apelo se dá liricamente. Como um Djavan pop, com pitadas de Humberto Gessinger, o poeta Jay Vaquer se mostra fascinante. Um tema inusitado, pequenos contos trágicos e formas distintas de abordar o óbvio tornam admiráveis as palavras gravadas nos encartes de seus discos.

Por que violar tanto o pito de sua pelota? Para resumir o que será visto em Alive in Brazil. Toda a supracitada unicidade é constatada com uma despretensiosa conferida no show gravado sei lá onde nem quando. Basta fitar a primeira faixa e despertar a curiosidade em descobrir o que vem a seguir. Seleção de repertório, montagem de palco e teatralidade divertidíssima são parte do todo que compõe o espetáculo, com uma capacidade incrível de definir a personalidade do artista. O que se imagina ao ouvir cada faixa é exatamente o que se vê, em cada olhar, em cada expressão. No entanto o mais impressionante no concerto de Vaquer é ver que, sobre toda essa parafernália, ele emerge como instrumentista fenomenal. Não. Ele não toca violão, nem piano, nem triângulo, mas o instrumento de cordas que todos sonham saber tocar: a voz. O domínio que Vaquer tem sobre sua própria voz é embasbacante. Melodias difíceis em tons altos são magistralmente por ele conduzidas. Sem perder uma nota sequer, nem mesmo maquiar o seu desempenho no estúdio, Vaquer prova que além de ótimo compositor e letrista, é também excelente cantor. E canta em condições deveras adversas!

Não é uma recordação perfeita, claro. Como todas as que já vi, apresenta algum se não. Um, na verdade. O excesso de cortes na edição deixou o show impessoal aparentemente. O artista parece muito distante de seu público visto que hora nenhuma vemos aquele se comunicar com este. Além de tudo tal falha torna a reprodução muito curta, pouco mais de uma hora. Rookie mistake.

Como já coloquei, opinião, assim como bunda, cada um tem própria (quer dar a sua?). Posto isso declaro que Alive in Brazil, apesar de ser um petardo, e uma ótima maneira de conhecer um artista diferenciado, é recomendação de alguém que não tem nenhuma pretensão além de apenas compartilhar entretenimento.

Se achar que o investimento não vale à pena, admita ao menos que Mr. Bacon (!) e Mr. Baconzitos (!!!) ruleiam the world!

=D

“Um grande hype traz uma grande responsabilidade.”

Pelo menos não é só Titanic!

“Um grande hype traz uma grande responsabilidade”…

Tá, não é bem assim a frase do célebre AND finado Benjamin Parker, vulgo Uncle Ben, o que até anula as aspas, mas ela funciona muito bem no universo ultraglobalizado e moderno a que confinamos nossas humildes existências nas últimas décadas. Veja por exemplo um filme como Batman – O Cavaleiro das Trevas; é, de fato, uma pérola raríssima, enegrecida pela poluição cultural que perverte o já impuro oceano em que está mergulhada a atual Hollywood mainstream, que nada tinha para dar tão certo, afinal estamos falando de um gênero que hoje tornou-se uma máquina de fabricar papel verde, entretanto devemos convir que tamanho sucesso se deu apenas pelo imenso hype em cima do óbito de Heath Ledger. Não quero desmerecer a obra magna de Christopher Nolan, pelo contrário, é um de meus filmes favoritos, apenas ressalto a disseminação de uma notícia, fúnebre, veja você, como força motriz preponderante na missão de retirada dos traseiros sedentarizados da população ocidental (no oriente o filme foi um EPIC FAIL) de seus sofás acarentos e condução dos referidos às salas de cinema. E não venham me dizer que foi por causa da viral, por mais inacreditável que ela tenha sido; o grande público mal sabe do que se trata esse tipo de marketing, quiçá o http://ibelieveinharveydenttoo.com/ e seus milhares de afins.

Depois de lisonjeira introdução me ponho a dissertar sobre aquilo a que vim. Você deve ter percebido pelos cabeções flutuantes do pôster ilustrando post (não resisti ao jogo pífio de palavras) que não é sobre o morcegohomem que pretendo escrever, mas sobre o que considero, assumindo a condição de presunçoso mor, a mais grandiosa película da década. Mesmo com projetos muito ambiciosos e gigantescos como a trilogia de Peter Jackson ou as peripécias caribenhas dos piratas de Walt Disney, Avatar é algo que o cinema e o mundo ainda não tinham visto (e que eu não esperava ver tão logo).

“Mas o que isso tem a ver com o primeiro parágrafo?” – está se perguntado o curioso leitor. Eu respondo. Tudo! Pois é, tudo mesmo. Chegou aos ouvidos de todos que Jim Cameron esteve “fazendo” o filme desde que finalizou seu último trabalho, Titanic, o que totaliza um garoto prestes a enfrentar a fase mais difícil de sua vida, em que aparecem as espinhas e rosto e mãos começam a assumir características símias, além de outros locais probleminhas. Ou seja, doze anos. Só esse detalhe já motiva as pessoas a bravejarem um glorioso “Uuuuh..!”, mas esse é o menor deles, um nanodetalhe se comparado ao obsceno orçamento estimado do filme  – veja bem; ESTIMADO – 600 milhões de Geroges Washington enjoados. Contudo, porém, todavia considero ainda ambos os M&Ms vermelhos da promoção em um pacote de um quilo. A expectativa, aka hype, parida em torno dos comentários e eventos relacionados ao filme tomou proporções imensuráveis; é difícil não boquabrir-se ao ouvir o cara que criou o T-800, Governator, para os mais íntimos, e matou o Jack Dawson de frio dizer “Avatar é um filme revolucionário!”. Como assim?!?

Nem todos acompanharam a divulgação e as diversões que antecederam a estreia de Avatar. True. Nem todos sabiam da existência do projeto de Cameron e de sua antecipada revolução cinematográfica. Also true. Mas para aqueles que estiveram todo o tempo a par das prováveis, e chocantes, inovações propostas por Cameron, Avatar acabara por se tornar um filme válido por toda vida. Pesquisa e desenvolvimento de inacreditáveis tecnologias de captura de movimentos, terceira dimensão como nunca havia se visto, e com legendas (!), e uma maldita tendência a mostrar muito e dizer pouco, foram parte do universo pré-estreia criado ao redor de Avatar, que fez muitos nerds desocupados (OITHA!) explodirem suas mentes para cima. Provavelmente foi esse o traço mais marcante de todo o marketing relacionado ao filme, não mostrar absolutamente nada. Tudo que se via não caminhava a passos mais largos que aqueles dados anteriormente. Apenas uma boa computação gráfica e um design relativamente encantador, sem contar que até então ninguém sabia o enredo em detalhes. Como fica, então, a situação do público? No corner esquerdo trailers e bonequinhos que pareciam mais uns na multidão, no oposto o tiozinho que também lova o WGTN dizendo que vai chutar a bunda do universo. Em quem apostar? É o poder de um bom hype.

Confesso que MINHAS expectativas para com Avatar eram enormes, sem concorrente prévio em mesma categoria, e não é algo pequeno, só pra esclarecer. Tudo isso se deu em função do que descrevi brevemente nas linhas acima. Se deu ou não para entender o que eu quis dizer com tudo isso tanto faz; o hype dos Na’vi foi colossal. Ponto final. (…)

Se a responsabilidade foi colocada nas mãos certas..? Vai lá descobrir.

=D

PS: Em 3D, por favor!

Praia e Ano novo? Cilada.

Só cilada...

Éeee amigo, fim de ano, é ritmo de festa que balança o coração, hey hey hey…. HEY! Paaara com isso!! Fim de ano é a maior cilada, principalmente para mim, que vou contrariado para a casa de praia, como já é do conhecimento de muitos leitores deste magnífico blog, pelas dificuldades tecnológicas nas quais Remanso Paradise Beach se encontra.

29 de dezembro… Você já sai de casa DOIS dias antes do maldito ano novo, pra não pegar a porra do engarrafamento que muitas pessoas adoram (ou são “obrigadas”) enfrentar. Até tiram seus sapatos pra ficar de meias velhas pra fora da janela, tomando um belo chimarrão com 35ºC na testa sem ar condicionado, e aquele porta-mala batendo no carro de trás, entulhado de travesseiros e uma bicicleta pendurada na frente da placa. Ah esqueci das pranchas em cima do carro também, mas até aí tudo de boa… Suave na nave como diriam os paulistas, acostumados com coisa pouca assim. Escapei disso pelo menos, mas paguei 10,50 reais nos dois pedágios, DEZ e CINQUENTA, MUITO ROUBO.

Chegando lá o primeiro desafio é ir no supermercado, porque como todos sabem, você não tem nada na casa que ficou abandonada o ano inteiro e precisa abastecer os armários, banheiros, geladeira, consertar quiosques, área de serviço, quartos, sala, pátio… A vaga. Até achar a vaga… My son, tem que esperar alguém parir ela, porque demora os nove meses de gestação e o trabalho de parto, com muitas complicações. Ok ok… isso não é nada. Você sai do carro, anda morrendo de raiva até a porta e… CADÊ O CARRINHO? CADÊ A PORRA DO CARRINHO? AQUELE GORDO FILHO DA PUTA SÓ DE SUNGA, ATOLADINHA, PEGOU O ÚLTIMO. NOOOOOOOOOO!!. *Bate a cabeça nos cestinhos que sobraram*. Eis que aparece um carrinho e é o passe livre para as compras… Até o primeiro corredor. Aquela perua que chegou numa BMW e o marido gordo de 197kg só de sunguinha, ocupam o corredor inteiro pra decidir quais bebidas eles levam pra encher a cara, e ficam putos se você pede licensa. Você consegue passar aquele GRANDE obstáculo, mas virando no corredor principal você vê o rascunho do inferno, muitas pessoas >>PELADAS << e pouco espaço. E o pior de tudo, todas elas parecem estar afetadas com uma espécie de “Brain Lag” com uma latência de uns 9784ms. E não destranca nunca.

Desolado e conformado você conta até três e decide que vai ser até cordial com todo esse pessoal, afinal, é ano novo, festa, época de paz… Mas não é que sempre tem alguém pra encher os pacovas? (OIMÃE!) No outro corredor das bebidas… Dez adolescentes, novamente lugar apertado e estoque acabando, e os filhos da puta decidindo se levam Polar do Grêmio ou do Inter. Mil desculpas, mas a vontade é de mandar tomar no meiozinho do orifício anal com o engradado inteiro, dos dois times. Vão tomar nas pregas, o cara chega cansado de viagem, tá acabando as coisas na prateleira e o pessoal ainda fica discutindo isso? Ok, beleza… A vida continua… Paga, coloca compras no carro, vai pra casa, ajeita tudo, sua mais que um porco… Opa, hora do banho! Ô coisa boa… Calor, aguinha fresca… QUE NADA! QUE NADA! É PRAIA, E É ANO NOVO. Não tem água pra todo o Rio Grande do Sul ficar no litoral. O que acontece? Você cuspindo consegue molhar mais que o chuveiro e a torneira dá choque! Hurray!

Essas são algumas peripécias que acontecem com todos, pessoal tá acostumado… Mas não, ainda não acabou a minha parte da história. Aconteceu o que de mais improvável podia acontecer. Riléx, fui instalar meu PS3, meu monitorzinho do PC sem som, e as caixas de som, pra deixar assim, parecido com gente sabe? BOOM! “O que foi isso meu filho?”, “Ah a caixa de som estourou…”. Sim, mais essa pra mim. Eu, na praia, sem internet (porque Claro3G não funcionava lá), com raiva e com video-game sem som! Assim não pode! Assim não dá! Ainda dava pra jogar sabe, mas não tem a mesma magia, vocês entendem, né? O que mais pode acontecer? Continue lendo.

Capota na cama, e o outro dia surge… Com aquele pagodinho gostoso que só o Renan gosta pra acordar. Conformado, vou pra sala e tento um resgate da civilização normal, assistindo Friends na Warner e me distrair um pouco, logo logo almoço e mais tarde vou jogar um Futvoleibolzinho com a vizinhança. Ninguém de “feto” sabe jogar, mas é uma das únicas coisas divertidas que se pode fazer na praia. Pow! La bomba (OIJU!), PAH! Saque do campeão!(OISEU!) “AI!” “PUTA MERDA!” “MEU PÉ” “ROSETA FILHA DE UMA PROSTITUTA”. Rosetas, venho aqui declarar meu amor para com essas coisinhas… Coisinhas que não precisavam existir na face da terra, ou pelo menos no terreno em que a gente joga. Além de todos os problemas supracitados(OITHA), estou com algumas dezenas de rosetas nos pés, NOS DOIS PÉS, e estão doendo, bastante, tipo… muitão. Além disso, só pra completar, um dia antes do Reveillón, fico gripado e a grande virada do ano, foi de lado no sofá onde estava deitado, entretanto juntei forças, comemorei um tanto e fui até pra beira do mar. Só deu merda mas eu estou de volta ao meu cantinho hi-tech, a salvo.

PS1: O que depois disso tudo posso dizer? A-dó-ro praia!

PS2: Para todos que tiveram paciência de ler até aqui meu desabafo, um Feliz Ano Novo para todos vocês, atrasado.

PS3: Eu tenhô, eu tenhô! Faz tempo que queria dizer isso no blog… Faz tempo que eu não posto aqui ._.

Bate o sino… pequenino… desafinadinho!

Bom Velhinho.... MUAHAHAHA!

Muito bem, amigos. Cá estou eu, dois minutos depois (foi o tempo que levei entre escrever o post anterior e decidir sobre o que seria esse), insultando-os novamente com tão desprezíveis pensamentos. Mas who cares? Not me, so…

Pois então…

Dia desses me pegava ao som de Trans Siberian Orchestra cantarolando algumas melodias natalinas, quando surgiu um questionamento demasiado questionante em minha descampada e vasta mente. Qual é o espírito do natal? Digo, o verdadeeeiro espírito..? Seja lá qual for ele, está bem distante daquele pregado no mundo ocidental de hoje em dia atualmente. Shoppings e comércios com ares de formigueiro, pessoas amontoadas em filas como se fosse judeus em campos de concentração esperando a morte pré-definida, crianças brigando com seus pais por ter seu presente mais barato que o de seus irmãos, entre outros espetáculos horror-circenses típicos do final de ano, são coisas que nos fazem pensar bem sobre o que é o natal de fato.

Colocando todos os moralismos de lado chego a uma conclusão assaz perturbadora sobre o assunto. Sim, as pessoas não comemoram o natal. É meio óbvio, afinal é um grande clichê, mas não creio que seja o que todos versam o “verdadeiro espírito de natal”. Concordo, claro; é uma celebração de união, para ser aproveitada junto com as pessoas de quem se gosta, além de todo aquele blábláblá que a vovó sempre conta antes de colocar o bonequinho Jesus de cera no presépio. Mas uma coisa que poucos lembram é que o natal, pelo menos segundo os cristãos, é uma celebração de aniversário, e como todos e quaisquer outros, representam o início de uma nova era. Tá certo que é uma era bem pequenina, mas ainda assim! Sendo assim, não seria mais interesante aproveitar esse período em que todo mundo se ama, ou diz amar, todo mundo e repensar nossos próprios amores? Coincidentemente ou não é próximo à virada de ano, período de corrupção similar, em que faz fortuna a indústria têxtil branca, mas em que todo mundo brada a sessenta e doze ventos que vai fazer isso e aquilo, e mudar aquilo e aquilo outro. Virada de ano é algo que faz até mais sentido comemorar; todo povo, culto e credo tem anos que terminam e começam.

Diferentemente do que acontece normalmente no supracitado Reveillón, a reforma conceitual e jurídica que acredito ser própria do natal não necessita ser ouvida ou “admirada”, nem pode ser truque de ilusionismo para entreter a si mesmo e a todos. Talvez o natal seja, como deveria ser cada aniversário e dificilmente o é, um processo de auto-crítica e revisão de valores. Um tempo para pensar se tudo está como deveria, e, principalmente, o que precisa mudar (muitas vezes, nós mesmos). Praticando esse exercício simples, embora dificílimo, a surpresa pode ser maior do que aquela causada pelo recebimento do presente mais legal.

Apesar de tudo, há um costume do dia do Papai Noel que me agrada muito… not! É, inclusive, a maior semelhança que se percebe do mesmo com uma festa de aniversário. Ou vocês nunca notaram que em ambos todos se vestem muito bem para…turumturumturumturum… ficar em casa! Fantástico! (OIMAN!)

Antes que me chamem de desalmado assentimental, eu desejo, sim, um feliz natal a todos, seja ele como for.

Eu sei o que meu vai ser massa; ganhei um Dr. Manhattan!

=D

PS: Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.

Back in action, but not in black.

Ah, Jean...

Olá, olá, criançada alegre, melequenta, e vendedora de biscoitos de escoteiro, tudo bem com vocês? Não, não é o General Cicatriz, muito menos o palhaço Gozo, mas seu humilde servo escrivão que volta as posts desse blog para dizer que o mesmo não está morto. Ainda.

Devo confessar que há alguns (cento e duzentos) dias anda tudo meio lento por aqui, naquele ritmo todo típico de repartições públicas. Entretanto surgiu em meu coraçãozinho, carinhosamente apelidado por uma miguxa (OIVÍ!) de Pedra de Gelo (não basta ser de pedra, tem que ser gelado!), um grandioso sentimento de perda, como se algo importante faltasse em minha vida. Eis que uma epifania me aconteceu, e desta recuperei minha fé, fé que manteve acesa por muito tempo (tá, nem tanto) a gloriosa chama que aquecia os fornos e girava as engrenagens de TeoDeos.

Confesso ser muito cedo para afirmar o retorno acinzentado do nosso adorado blogue, mas posso dizer que faremos (ou seria singular?) o melhor possível para que não seja este post uma blasfêmia, desrespeitando a todos os que venham a lê-la. Ainda não sei sobre o que escre

ver após o =D, mas vou pensar em algo legal.

O espírito jornalístico foi incorporado neste natal.

=D