Truques e ilusões

12 ou 13 pessoas? =p

12 ou 13 pessoas? =p

Consegue responder essa aí de cima? São 12 pessoas ou 13,  e no momento da troca de pedaços do desenho o número troca. Onde vai o corpo da pessoa? Como ela reaparece de novo? Fica pra vocês pensarem. Até hoje ninguém que eu conheça soube responder isso aí, muito menos eu (uma resposta decente).

Até que ponto uma imagem pode enganar seu olho, ou seu cérebro? O assunto é um tanto batido, e de curiosidade virou um algo até chato de colocar, todo mundo já sabe dessas várias imagens tortas que não são, ou pontos que piscam que também não estão piscando. Mas um quebra-cabeça como esse aí é bastante diferente e divertido de ver todos se quebrando pra responder. Se alguém conseguir a solução> reply no post.

Entretanto, pra quem se estressar com esse, eis outro pra vocês se assustarem, ou não =p. Só pensar um pouquinho pra resolver: Cliqueia aqui vai!

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Boas ações são egoístas! (por Thales)

Eu acho! =D

Eu acho! =D

Inspirado pelo post anterior, e por aquela que o escreveu (OINÁ!), volto a agracia-vos com minhas belas e comoventes palavras. É, AHAM!

Não, não discorrerei sobre o mesmo tema abordado na supracitada postagem, mas sobre algo que despertou minha atenção, veja só, assistindo a Friends. De fato já havia refletido essa questão há um tempo, mas achei intressante compartilhar com quem se deu ao trabalho de ler até aqui. XD

Então. Todo mundo já fez uma boa ação na vida, né? Afinal, garantir aquele espaçinho na morada de São Pedro não faz mal a ninguém (apesar de eu querer ir pro Inferno por motivos onanisticamente óbvios). Como é lindo ceder aquele lugar no ônibus para a senhora idosa que entrou, ou juntar a sacola da moça/rapaz bonita que estava na sua frente na fila do caixa das Lojas Americanas, enfim, dizer “Pronto, já fiz minha boa ação do dia!” a si mesmo. Mas já pararam pra pensar como tais filantropias corriqueiras, de alturístas, tem apenas uma parcela? Pois é.

Parece muito legal ajudar os outros, sem nada em troca. E é, muito legal, de fato. Entretanto, nessa legalzisse é que mora o periguis. Antes de mais nada, poucos são aqueles que prestam auxílio alheio em troca de nada MESMO. A recompensa não se dá apenas de forma material, na verdade isso acontece muito raramente (XD), mas com a simples pretensão de melhorar a idéia que as pessoas ao redor tem da pessoa que fez a caridade. Resumindo, colocar a baixo estima lá no alto! =D Antes que xiitas me apedrejem, concordo que nem sempre as pessoas esperam essa reação das outras que a cercam, mas, toda, veja bem, TODA boaa ação rende satisfação, prazer mesmo, para aquele que a pratica. Agora discordem: procurar prazer próprio é o exemplo mor de egoísmo. Estou errado?

Não! Eu não estou dizendo que não devemos parar de ajudar o próximo despretensiosamente, até porque esse egoísmo é involuntário e inconsciente, pelo contrário, continuarei fazendo isso por que me sinto bem fazendo (!!!!!) e espero que todos o façam também. Sei que é um pensamento deveras extremista, mas é legal viajar em cima. Eu, pelo menos, não consegui encontrar nenhum exemplo que me convencesse da não veracidade do que escrevi. Sugiro que tentem, e exponham no post.

Democracia rocks! =D

Will you still love me in the morning?

Forever and ever, babe.

Forever and ever, babe.

Primeiramente quero dizer que eu não sumi, nããão. Nesses últimos dias (leia-se semanas), estive muito estressada, cansada e com a mente esgotada, então qualquer coisa que escrevesse e publicasse sairia ruim. Época de provas destrói com qualquer um. Mas aqui estou viva e bem disposta pra tudo de novo =D

O título do post deve ser conhecido de muitos, principalmente depois de segunda-feira à noite. Tem gente que não conhece (né, Renan?!), então eu explico: é a frase bonitinha do first kiss time que tem no Click.
– Click, ahn, como assim?!
É a comédia (?) com o Adam Sandler que passou na Globo, nessa véspera de feriado à noite. O ponto de interrogação é pela história contada no filme. É aparentemente uma comédia, mas tem uma “moral da história”, não é somente uma comédia de risos certos por ter piadas prontas.

No filme, Michael é um arquiteto que trabalha demais pra ser sócio da empresa, não por querer sobrepor seu sucesso profissional à vida pessoal, mas justamente por querer dar melhores condições à sua família. Só que ele acaba perdendo esta, por se concentrar tanto apenas no trabalho. No final do filme ele diz ao filho, Ben (interpretado por Jake Hoffman, que é MUITO LINDO!), uma frase que resume a “moral” do filme: “Family comes first”.

Dá pra pensar (muito) sobre isso, de vários aspectos. De como nós estamos conduzindo as nossas vidas com as nossas escolhas. Ou o que tem maior valor: a nossa vida pessoal ou profissional. De que forma estamos agindo com aqueles que nos amam e se importam conosco.  Da maneira que estamos buscando a nossa felicidade, planejando “o fim” pensando ou não “no(s) meio(s)”.

Pra quem não assistiu, fica a sugestão, porque vale a pena. Advirto que causa comoção. Eu, por exemplo, choro litros ao assisti-lo, mesmo já sabendo toda história hahah Pra quem assistiu, comenta aí o que achou e se também pensou nisso tudo que eu escrevi.

Ah! Além da frase bonitinha, no first kiss time, ainda tá tocando Linger: “Were you lying all the time? Was it just a game to you? But I’m in so deep… You know I’m such a fool for you”. Lindo demais =)

A maldição dos netbooks e Orkut PC’s

Não, eu não tenho nada contra quem usa orkut e netbooks. Muito pelo contrário, é uma ferramenta útil pra comunicação e trabalhos básicos, e eu mesmo uso orkut. Mas definitivamente, comprar um PC ou notebook(aqueles netbooks) tendo uma vida miserável, às vezes não tendo nem dinheiro pra sustentar a própria casa pra fuçar a vida dos outros e mostrar pros amigos a “maravilha” tecnológica… Me revolta.

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E mais uma observação aqui… Não estou dizendo que pobres ou menos favorecidos não podem ter diversão, até porque falo de quem é mais favorecido no post. Mas falo daqueles que não tem uma vida estável, não querem trabalhar, e além de tudo tem que consumir para ficar na moda. É claro que pobres podem comprar um computador para trabalhar E se divertir, mesmo assim teria que se “desfazer” de muito dinheiro para tal aquisição e ela realmente seria útil.

A imagem também vale pra muitos filhinhos de papai que não sabem nem escrever seu próprio nome, ou fica no miguxês tosco de internet e acham que só existe YouTube ou Orkut nessa vida virtual (olha só, tem uns que até usam MSN já, rapaz). Outra vez, nada contra quem usa abreviações ou outras coisas, só não destruam a língua portuguesa, até porque ninguém é perfeito, mas essas aberrações incomodam, não?

Outro “causo” é o uso  do famigerado ctrl-c/ctrl-v pra todos os trabalhos. Depois que as pessoas descobriram esse feito, parece que não há mais a necessidade de colocar o que restou do cérebro pra pensar. Irritante, mas outra vez, prefiro não comentar.

Bom, aí fica meu protesto em relação a essas pessoas. Cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém, né? A vida não é só cair na gandaia e sexo, nem viver de ostentação. Só acho que as pessoas, de qualquer classe, raça ou sei lá o que tenham um pouquinho mais de bom senso.

Sempre sucinto, Renan =D

A dignidade que sobra…

de Celso Juarez Roth deveria ser utilizada para, DE UMA VEZ POR TODAS, sair do Grêmio.

Celso Roth, vai e não volta nunca mais. Quem te quer no Grêmio, além da direção “cega” e inerte, é a torcida do Inter, como se pôde perceber durante a partida de hoje.

Estou escrevendo esse post com os dedos agitados, apesar da tendinite que incomoda, mas não consigo, mesmo querendo muito, externar a minha indignação com a situação que o Grêmio se encontra. Não bastasse as vitórias medíocres e as derrotas vexatórias, graças ao nosso amigo Celsão, o Grêmio deixou escapar mais uma vitória e título possíveis.

Lembremos o retrospecto deste estupendo técnico, que aparenta colecionar derrotas e vice-campeonatos, além de gostar de ter sua mãe lembrada e mencionada pela torcida a todo fiasco que o Grêmio faz. Só os torcedores mais alegres e faceiros que se enganam com as “vitórias” na Libertadores. Não ganho 200 mil por mês para ser técnica e  nem jogo futebol; tenho só 18 anos e sou uma reles torcedora. Aliás, este post é escrito pela representante feminina desde blog, ora vejam só. Apesar de todas estas circunstâncias, eu, Nathália, espero do fundo do coração que bons ventos soprem no Olímpico e façam a direção gremista mandar embora este que, com pouca exceção do azar, é o responsável pelos últimos fracassos do Grêmio. Ou então que Celso Roth vá embora por impulso próprio, culpando as sucessivas desavenças com a torcida.

Acho que a derrota no Gre-nal de hoje é o que basta para isso. Se a última atuação contra o Caxias não foi o suficiente, então hoje foi. Demasiadamente suficiente. Não podemos arriscar mais um título, a Libertadores da América, por acreditar que foi culpa do azar, do acaso, ao invés da incompetência de Celso Roth no comando da equipe, não é, direção? O pior cego é aquele que não quer enxergar.

Mais: que bons ventos soprem a favor do gol do adversário e empurrem as bolas para dentro do gol também. Os jogadores precisam urgentemente ser benzidos para tirar esse carma de perder gols feitos (leia-se sem goleiro) e carimbar a trave.

Com expectativas de prósperos dias tricolores, Nathália.

Show do Kiss y otras cositas más. (por Thales)

Gods of thunder AND rock n roll

Gods of thunder AND rock n' roll

Cof, cof… eu vou no show do Kiss, falou?!? XD

Certo, certo. Brincadeiras à parte, vamos ao que interessa.

Dia oito de abril de dois mil e nove é uma data histórica (SHOW DO KISS, MANÉ!). Pra mim. Entretanto nem tudo são rosas e vinho tinto. Estávamos eu e meu irmãozinho querido em um tremendo impasse dia desses. Um “vamos ou não?” fr0m h3ll. Afinal o preço não é lá muito atrativo e as condições menos ainda. Eis que minha mãe salva a (nossa) pátria.

“Meus filhos, vão! É uma oportunidade única.” – ela disse. E a partir disso comecei a pensar um pouco mais profundamente.

DUH! Claro que compramos os ingressos, ou não teria motivo pra escrever esse post. BUT não foi sobre eles que coloquei-me a figurar. Mas sobre o que disse minha mãezinha.

Fiquei pensando bastante naquilo, e cheguei a uma conclusão da qual, mesmo muito óbvia, até mesmo por ser um clichê, pouquíssimas pessoas conseguiram perfazer-se, e agirem da forma como pretendo, a partir de então: a vida é curta, MUITO curta. Finalmente me dei conta disso. E creio tê-lo feito deveras tarde.

Imaginei o que sentiria se não fosse ao show. Logo após o show do Iron Maiden lembro ter comentado com aqueles que comigo foram exatamente isto: “Agora só falta ver o Kiss pra morre feliz!” (até rimou). Na época, e hoje não é diferente, achava que o único espetáculo musical capaz de superar a apresentação que vi naquela noite seria protagonizado pelos Srs. Paulo Stanley e Gene Simões. Assim sendo, decidi que TENHO que ir nesse show, por mais caro que seja. E isso representou muita coisa pra mim. E acho que também pode fazê-lo a qualquer um.

Pensei em tudo aquilo que tive vontade de fazer e, mesmo tendo a oportunidade, hesitei/deixei passar. A sensação d”O que poderia ter sido” é incontrolavelmente incômoda. Com base nisso conclui que o melhor remédio para combatê-la é evitá-la. Como? Fazendo tudo aquilo que der vontade. Não deixando passar o momento.

Parece muito simples e infantil toda essa filosofia, mas não é. Não quando experiencia-se a perda do que não se teve. Eu já passei por isso e não pretendo passar novamente. E também não recomendo.

Em suma quero dizer: vivamos nossas vidas! Não deixemos que escapem oportunidades, sejam elas únicas ou não. Não deixemos de comprar, mesmo não necessitando , mas apenas querendo, aquilo que está super barato, ou comer aquilo que deu muita vontade, mesmo já tendo almoçado dez minutos antes.  Não deixemos de fazer o que achamos legal só porque alguém disse que não é. Não deixemos de dizer aos nossos amigos o quão importantes eles são para nós, afinal não sabemos quando não os veremos novamente. Não deixemos de agradecer nossos pais por tudo que fizeram (e fazem)  por nós; eles são 101% de nossas vidas. E jamais tenhamos medo  de dizer “eu te amo”, seja para quem for; talvez seja só isso falte para que sejamos completamente felizes.

Às vezes só percebemos a verdadeira importância de algo depois de o perdermos. A vida não pode escorrer por entre nossos dedos.

No mais era isso mesmo. Só quis compartilhar meus pensamentos com vocês. ^_^

Ah, tem mais uma coisa… EU VOU AO SHOW DO KISS, P****!!!!!!!

Nhá, zoei!

Ouvindo: Joe Satriani – Friends