Wallpapers para ser (muito mais) feliz! =D (por Thales)

É isso mesmo, criançada. Venho, por meio deste, dar continuidade à série de posts cujo sucesso alcança todos os cantos do uiverso do TeoDeos.

Aproveitando a onda Star Wars que contagia e alegra  minha vida por ai (agora sem acento =D) agracio-vos com uma leva singela de papeis (agora sem acento =D [2]) de parede edificantes daquela que ultrapassa os limites da capacidade feminina humana de ser assaz quando em trajes típicos de uma genuína escrava Hutt. The Golden Bikini.. YAHAM!

Sem mais delongas… Kristen Bell, mané!

PS: ah, como eu queria ser uma câmera (no nono wallpaper)… =D

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Fanboys (por Thales)

WÓUN!

WÓUN!

Poucos ou ninguém conhecem esse filme. É compreensível, dado que não foi lançado no Brasil e nem existe previsão. Uma pena, porque é fantástico!

Antes de qualquer coisa deixo avisado: esse filme não é recomendado para não-nerds. Não me entendam mal. Todos estão liberados para assistir (acho que a censura é livre até), mas sendo nerd, ou tendo, pelo menos, um conhecimento considerável de Star Wars, a experiência passa de “filme da Sessão da Tade” (aliás, é completamente diferente disso) a mágica. Ou deveria dizer força?

Desde os créditos iniciais, que copiam os mesmos da série criada por George Lucas, mas têm um jeitinho todo especial, até a fenomenal fala final, o filme mostra que ser nerd é muito divertido, apesar do que parece (e do que mostram os outros filmes do gênero).

Quando começei a escrever esse post achei que seria interessante citar as coisas legais do filme, as tiradas sobre Star Wars, as avacalhações com os Trekkers (ou Trekkies como eles zoam) e todas as outras coisas de conteudo nérdico que preencheriam muitas linhas se descritas, mesmo que minimamente. Pensei também em discorrer sobre como se fosse um filme comum, levando em consideração direção, interpretação dos atores, blábláblá… Mas está longe de ser um filme comum, numa galáxia muito, muito distante. Pelo menos pra mim.

Desde que soube da existência desse filme me empolguei para assiti-lo. Fato. Fato infeliz é não tê-lo visto no cinema, com um Stormtrooper ao meu lado e um Chewbacca tapando minha visão na fila da frente. Pelo menos baixei em alta definição (YAY!). Até posso dizer que houve algumas glórias e vitórias. Então… confesso que não sabia bem o que esperar, achei que seria só mais uma história de nerds tentando se dar bem e decepcionando cada vez mais, a si mesmos, e à sua espécie. Sério, já chega a ser falta de respeito a discriminação que fazem esses filmes. Tá certo que até é assim, mas se criou um estereótipo que não representa bem o que nós nerds somos de verdade. Nerd não é o cara que senta no fundo da sala, usa óculos, camisa xadrez e suspensório, estuda mais que toda a turma junto e gagueja diante das garotas. Nerd é uma classe social que significa muito mais que isso. Nerd é legal. Ser nerd é legal. E é isso que, pra mim, esse filme mostra na verdade.

No exato momento em que se pensa no nerd do filme americano se pensa no supracitado estereótipo: o carinha que não tem amigos na escola e fica em casa jogando videogame. Por mais que isso possa se aplicar a alguns, Fanboys nos mostra o que tem de bom em ser nerd, e como é divertido se divertir com coisas que, para a grande maioria, não passam de banalidades. A festa de halloween no início do filme é um exemplo dessa antisocialidade aplicada aos nerds. Mas é só. A partir daí o que temos é o engrandecimento da figura nérdica, bem como sua humanização, pouco explorada em películas anteriores. Não estamos tratando de uma história entre garotos tentando ser aceitos socialmente, mas de um grupo de amigos que se junta para realizar o último desejo de um deles e é capaz de qualquer coisa para realizá-lo. Sim, este é o plot: um grupo de amigos se junta para invadir o Rancho Skywalker e roubar uma cópia de Star Wars – Episódio I para que um deles, sofrendo de doença terminal, possa assistí-lo antes de partir (e só isso já vale o filme). Estamos tratando de valores intrínsecos ao ser humano. Questões de amizade, amor, saber quem somos e o que queremos fazer de nossas vidas, coisas em que todos nós pensamos uma vez ou pensaremos no futuro, e que, talvez, a cheerleader e seu namorado, o capitão do time de futebol, não tem inteligência o suficiente para pensar. Assistir a Fanboys é pensar no que realmente importa em nossas vidas, é “procurar nossa Estrela da Morte”, como fez Luke Skywalker. É ver que, às vezes, tudo aquilo porque estivemos procurando tanto tempo sempre esteve ao nosso lado e não nos demos conta. Assistir a Fanboys é aprender que todas as pessoas têm algo porque são apaixonadas, e, não adianta falarem mal, por mais que seja verdade, será sempre perfeito. E valerá a pena lutar por isso.

Fanboys é uma comédia AND um road movie, mas é, acima de tudo, uma celebração nerd, uma prova de que para ser nerd não precisa ser antisocial, basta, apenas, ter terminado um título de Zelda (ou todos, como a Zoe) ou comprado uma camiseta com os dizeres “I went to the Dark Side and all I got was this lousy t-shirt”, mesmo que você seja um vendedor de carros bem sucedido. Fanboys é uma ode à cultura nerd. É sua perfeita caracterização, emocionante e verdadeira, feita com amor e dedicação, por alguém que, certamente, viu se tornar realidade o mito da Deusa Nerd.

Fanboys é o filme mais legal que vi nos últimos tempos. Me fez sentir mais orgulho de ser nerd (vergonha? YEAH, RIGHT!) e me fez sonhar com o dia em que encontrarei a minha Deusa Nerd e a verei usando o Golden Bikini. Não vale a pena assistir porque é engraçado, mas por mostrar que o nerd é uma pessoa como todas as outras, e que, bem no fundo, todas as pessoas tem um nerd enrustido, ou vão dizer que vocês nunca se empolgaram com alguma coisa que despertou na pessoa ao lado um inacreditável “A-ham… ¬¬” ?

;)

Fanboys is the ultimate nerd story! =D

Eu, em nome de TeoDeos, recomendo!

Top Four: Razões pelas quais vale a pena jogar videogame! (por Thales)

A lista fala por si só, mas vou introduzir a bagaça só pra não ficar aquela coisa sem foot nem head.

Aí estão quatro motivos por que jogar videogame é um prazer que deveria ser degustado por todos. Eu já o faço e sei que é uma delícia. Mas, HEY, esse sou eu! =D

4. POSSIBILIDADES INFINITAS NA PONTA DOS DEDOS

Vale a pena!

Vale a pena!

3. APROXIMAÇÃO DA FANTASIA E GARANTIA DE DIVERSÃO

Vale a pena! (2)

Vale a pena! (2)

2. GRÁFICOS QUE BEIRAM A REALIDADE

Vale a pena! (3)

Vale a pena! (3)

1. ENTRETENIMENTO EM TODO LUGAR

Vale a pena! (4)

Vale a pena! (4)

‘NUFF SAID!

=D

Romeu sem Julieta + Inutilidades Pra Pensar (ou não)! =D (por Thales)

Yeah, right!

Yeah, right!

Outro dia, pensando eu cá com meus botões, dei-me conta de como o mundo é relativamente perfeito. Volto a dizer que, se o real fosse, pelo menos, 50% parecido com o ideal seria infinitamente melhor (OIKRIS!). Entretanto, por mais que seja difícil acreditar, e, por vezes, engolir, creio que a forma como as coisas se apresentam é como elas deveriam se apresentar, e a ordem natural das coisas se dá, mais ou menos por aí.

(“Ao infinito e”) Além, pensei sobre as coisas boas que só existem, ou apenas existem de forma brilhante, quando adjacentes a outras, incríveis também, mas nem tanto sozinhas. Talvez venha à mente arroz e feijão. Eu até concordaria, se não fosse algo tão non-sentimental. Claro, é a refeição essencial do ser humano, que faria feliz como nunca a esmagadora maioria da população africana; seria agressividade e discriminação desconsiderar isso. Mas estou me referindo a coisas que, aparentemente não colaboram para o desenvolvimento mundial nem para o desenvolvimento intelecto-individual de cada um (desliga o PC e vai ler um livro!), mas são tão divertidas e tem tanto valor sentimental.

São coisas diversas que valem muito pra uns e para outros podem não passar de simples banalidades. Querem ver um exemplo: peru no Natal. Não é obrigação, nem todo mundo gosta do galináceo nascido para morrer em nome de Papai Noel, mas que graça teria a ceia sem o dito cujo douradão enfartando e embelezando a mesa? Então. É aquela coisa: o que seria do SBT sem o Sílvio Santos? E a Nintendo sem o Mario? Como o Tom seria tão legal se o Jerry não o zoasse tanto? Como seria Romeu feliz se, mesmo sendo contra todas as normas, não amasse Julieta? São típicas coisas que, quando se fala uma, ouve-se a outra; algo quase automático.

Onde quero chegar com isso? Quero que imaginem (ou não), como eu fiz, que bacana (?) seria se, de repente, toda essa realidade, toda essa alegria, fosse distorcida. Imaginem se, do nada, todos esses pares, esses casais perfeitos se separassem. Seria algo horroroso, beirando o catastrófico. Seria como querer que o mundo comece a girar ao contrário, né? O que, realmente, me pergunto é se fomos preparados para suportar uma tão drástica alteração de padrões. Será que o ser humano, dotado de inteligência e sentimentos, em doses milimetricamente específicas para cada um, está sujeito a separar o inseparável? Será que Jon nos deu essa capacidade, afinal ele sofreu a pior experiência possível em se tratando disso..? É uma questão a se pensar. O Bochecha que o diga. =/

Então… quero dizer, na verdade, que, por mais que, às vezes, não pareça, as coisas são boas da forma como são, e, tentar mudá-las é agir contra a natureza. Eu não sou muito de acreditar em destino, mas, acredito que, se algo realmente fantástico acabou, ou um se partiu em dois, é apenas momentâneo, não vai durar pra sempre. Já disse o profeta: “Em time que está ganhando se mexe… se mexe para ganhar de goleada!”. O que é perfeito assim foi feito para ser assim. YAY

É como querer que o Ross e a Rachel não fiquem juntos na finaleira do fim. WTF?

Eu sei que é um assunto nada a ver e nem um pouco interessante, mas, who cares?

=D

Futuro?! Presente! (por Thales)

Não estou nem aí pro que dizem em relação aos nerds. Concordo com quem diz que nerd não tem amigos, não arranja namorada (a Deusa Nerd ainda é um mito pra mim), passa o dia em casa, mas, antes que esculache por completo a nobre raça, neeem sempre, usa camiseta quadriculada, óculos e suspensório, afinal eu sou um deles! E confesso que com orgulho, porque ser nerd é legal. Mas esse assunto a gente discute outra hora =D

Então… como bom nerd que sou, costumo estar ciente das novas tecnologias relacionadas  ao nosso mundo (e a outros também), e os jogos virtuais, popularmente conhecidos como videogames, por mais que não sejam minha especialidade (acho que nem tenho uma), são um dos assuntos de que procuro colher informações para argumentar em um bom papo cabeça com os amiguenhos que não costumam falar de futebol.

Eu, sinceramente, achei que já tinha visto coisas suficientemente incríveis capazes de fazer com que meus miolos pintassem de vermelho o teto do meu quarto. Mas percebi que não passavam de evoluções e aperfeiçoamentos de tecnologias desenvolvidas há alguns anos. O que vi hoje transcende o que conhecemos como jogovídeo e beira uma realidade que, até então só existia no cinema. Mas é real, e nós estamos vivendo-a, não como gostaríamos, afinal somos pobres (YAY!) e o Brasil está muito longe de ser um mercado evidente de jogos eletrônicos. Fazer o que?! CUÉN!

Aaaanyway… impossível negar que estou assustado com o que vi. É embasbacante. Não apenas para os que apreciam a sublime arte de sentar o glúteo flatulento no sofá da sala e apertar um monte de botõezinhos, mas para qualquer um. Qualquer um mesmo! Assistam e me digam se estou errado.

Quando foi inventado o controlador de jogos com sensor de movimentos, achei que um patamar tecnológico altíssimo tinha sido alcançado, e, muito difícil e distantemente (?) seria superado. Mas foi, e pouquíssimos anos depois. Não vou citar nomes (eu queria falar “Wee!!!”, mas agora quero um X Coração Caixa), mas isto é algo que não imaginei viver para ver. É como se estivesse vivendo o meu futuro no meu presente. Literalmente.

Saca só…

(Só pra não ficarem perdidos: chama-se Project Natal, e é o novo “controle” do XBox 360 da Microsoft.)

Ah! Quem não souber inglês… bom.. se mata e faz um favor ao mundo! =D

Trailer

Milo

Ricochet

Splat

Sensor de movimentos corporais? Reconhecimento de voz???? Reconhecimento de expressões faciais????????? SENTIMENTO?!?!?! WHATHEFUCKINGFUCK?!?!?!?! É mesmo muito difícil de acreditar, mas é verdade, e, Jon, como deve ser divertido. =D

Eu não achei interessante só para os nerds… for Christ’s sake, até minha mãe ia querer jogar isso! Se alguém disser que não viu nada demais, até respeito (tem doido pra tudo), mas não podem me tirar a idéia de que terá sido pura pirraça! XD

Sério mesmo, isso é a coisa mais legal que já foi feita desde a bolacha recheada. O Boça que o diga.

Não sei vocês mas eu quero muito bater um papinho com o Milo. =D

PS: a musiquinha do trailer é tão legal! *-*