Agora FoiDeos… (Por Renan)

Não vou adentrar o assunto, mas foi um golpe muito duro no bolso coração dos fiéis de TeoDeos. Ééée amigo. Vídeo autoexplicativo, a reportagem foi exibida ontem pela Globo e isso tudo me deixa risonho.  Muito risonho…

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O Melhor Post de TeoDeos! (por Thales)

Han, han, sacou?

Han, han, sacou?

Inicialmente desconhecia o assunto sobre o qual discorreria nas linhas abaixo, pensei apenas que estava na hora de atualizar esse monte de poeira anciã cujo nome, carinhosamente dado por nós, é (não o meo, mas o) TeoDeos. Eis que depois de muito exigir de minha prezada e adorada massa encefálica, na verdade nem tanto assim, que vos agraciou (?) com intermináveis sentenças e parágrafos do mais alto escalão putrefato e malcheiroso da sociedade cheguei a uma conclusão que me pareceu demasiado convincente, tanto para mim quanto para você leitor, afinal não creio na pluralidade de espécies quando se trata de visitação, leitura e, quem sabe, apreciação deste humilde e bobagildo blog.

Todo indivíduo que passou por uma situação extremamente desconfortável em sua vida. Isso é fato. Aquele momento em que o universo inteiro resolve parar, deixando a palavra com o supracitado cidadão, pego desprevenido e, consequentemente (ainda acho estranho), munido de absolutamente nada para oferecer àqueles que dele esperam tudo naquela hora tão inoportuna. É quando se está conversando com aquela garota (ai de quem falar em machismo) e, depois de tantos pontos em comuns, risadas e até mesmo confissões, pousa uma nuvem clara, cuja descoloração é efeito de um completo vazio que a preenche, que faz serem esquecidas até mesmo as palavras repetidas desde o dia em que foram aprendidas e imobiliza a capacidade de articular idéias, tornando qualquer movimento mais ríspido um sério risco à estabilidade da conversa, já fincada em uma longa pausa silenciosa, repentina e sorrateira. Acontece muito em conversas com desconhecidos, de quem se pretende algo além da discussão em si. É aquele típico “A-ham, pode crer”, seguido de um taciturno gole de cerveja com o cotovelo oposto apoiado sobre o balcão do bar. Assim como o redondo que possui um buraco no meio, escrito com duas letras sendo a primeira “c”, subdividido em virgens e não virgens, o CD aquele, todo mundo já deu, ou vai dar um dia, uma gafe dessas, mesmo que seja conversando com a sua tia avó que deixou de apertar suas bochechas na esperança de poder dialogar de forma madura. Coitadinha.

Mas o que realmente impressiona, pelo menos a mim, é que você, leitor desprovido de coisa menos pior para fazer, chegou até aqui lendo, absolutamente, bosque nenhum. Ou achou mesmo que eu tinha roteirizado o post antes de abrir o Word começar a digitar frenética e não objetivamente? Minhas palavras no início do mesmo foram completamente puras e verdadeiras, como uma irmã da Igreja Universal do Bispo Edir Macedo Reino de Deus. Eu não tinha a menor ideia (estraaanho) do que escrever e resolvi, portanto, praticar a nobre arte fiambreira por algumas linhas. E parece que deu certo. Escrever sobre o fato de não ter sobre o que esquecer é uma bela forma de agradar os alemães (quem entender essa ganha uma surpresa). Como eu disse, e já deve ter sido apagado de sua mente voltada a coisas mais interessantes, meu objetivo era apenas assoprar a camada de dejetos acinzentados e vulneráveis à ação do vento, também conhecidos como poeira.

O título e a foto… foram só pra chamar a atenção.

=D