Bate o sino… pequenino… desafinadinho!

Bom Velhinho.... MUAHAHAHA!

Muito bem, amigos. Cá estou eu, dois minutos depois (foi o tempo que levei entre escrever o post anterior e decidir sobre o que seria esse), insultando-os novamente com tão desprezíveis pensamentos. Mas who cares? Not me, so…

Pois então…

Dia desses me pegava ao som de Trans Siberian Orchestra cantarolando algumas melodias natalinas, quando surgiu um questionamento demasiado questionante em minha descampada e vasta mente. Qual é o espírito do natal? Digo, o verdadeeeiro espírito..? Seja lá qual for ele, está bem distante daquele pregado no mundo ocidental de hoje em dia atualmente. Shoppings e comércios com ares de formigueiro, pessoas amontoadas em filas como se fosse judeus em campos de concentração esperando a morte pré-definida, crianças brigando com seus pais por ter seu presente mais barato que o de seus irmãos, entre outros espetáculos horror-circenses típicos do final de ano, são coisas que nos fazem pensar bem sobre o que é o natal de fato.

Colocando todos os moralismos de lado chego a uma conclusão assaz perturbadora sobre o assunto. Sim, as pessoas não comemoram o natal. É meio óbvio, afinal é um grande clichê, mas não creio que seja o que todos versam o “verdadeiro espírito de natal”. Concordo, claro; é uma celebração de união, para ser aproveitada junto com as pessoas de quem se gosta, além de todo aquele blábláblá que a vovó sempre conta antes de colocar o bonequinho Jesus de cera no presépio. Mas uma coisa que poucos lembram é que o natal, pelo menos segundo os cristãos, é uma celebração de aniversário, e como todos e quaisquer outros, representam o início de uma nova era. Tá certo que é uma era bem pequenina, mas ainda assim! Sendo assim, não seria mais interesante aproveitar esse período em que todo mundo se ama, ou diz amar, todo mundo e repensar nossos próprios amores? Coincidentemente ou não é próximo à virada de ano, período de corrupção similar, em que faz fortuna a indústria têxtil branca, mas em que todo mundo brada a sessenta e doze ventos que vai fazer isso e aquilo, e mudar aquilo e aquilo outro. Virada de ano é algo que faz até mais sentido comemorar; todo povo, culto e credo tem anos que terminam e começam.

Diferentemente do que acontece normalmente no supracitado Reveillón, a reforma conceitual e jurídica que acredito ser própria do natal não necessita ser ouvida ou “admirada”, nem pode ser truque de ilusionismo para entreter a si mesmo e a todos. Talvez o natal seja, como deveria ser cada aniversário e dificilmente o é, um processo de auto-crítica e revisão de valores. Um tempo para pensar se tudo está como deveria, e, principalmente, o que precisa mudar (muitas vezes, nós mesmos). Praticando esse exercício simples, embora dificílimo, a surpresa pode ser maior do que aquela causada pelo recebimento do presente mais legal.

Apesar de tudo, há um costume do dia do Papai Noel que me agrada muito… not! É, inclusive, a maior semelhança que se percebe do mesmo com uma festa de aniversário. Ou vocês nunca notaram que em ambos todos se vestem muito bem para…turumturumturumturum… ficar em casa! Fantástico! (OIMAN!)

Antes que me chamem de desalmado assentimental, eu desejo, sim, um feliz natal a todos, seja ele como for.

Eu sei o que meu vai ser massa; ganhei um Dr. Manhattan!

=D

PS: Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.

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Back in action, but not in black.

Ah, Jean...

Olá, olá, criançada alegre, melequenta, e vendedora de biscoitos de escoteiro, tudo bem com vocês? Não, não é o General Cicatriz, muito menos o palhaço Gozo, mas seu humilde servo escrivão que volta as posts desse blog para dizer que o mesmo não está morto. Ainda.

Devo confessar que há alguns (cento e duzentos) dias anda tudo meio lento por aqui, naquele ritmo todo típico de repartições públicas. Entretanto surgiu em meu coraçãozinho, carinhosamente apelidado por uma miguxa (OIVÍ!) de Pedra de Gelo (não basta ser de pedra, tem que ser gelado!), um grandioso sentimento de perda, como se algo importante faltasse em minha vida. Eis que uma epifania me aconteceu, e desta recuperei minha fé, fé que manteve acesa por muito tempo (tá, nem tanto) a gloriosa chama que aquecia os fornos e girava as engrenagens de TeoDeos.

Confesso ser muito cedo para afirmar o retorno acinzentado do nosso adorado blogue, mas posso dizer que faremos (ou seria singular?) o melhor possível para que não seja este post uma blasfêmia, desrespeitando a todos os que venham a lê-la. Ainda não sei sobre o que escre

ver após o =D, mas vou pensar em algo legal.

O espírito jornalístico foi incorporado neste natal.

=D