“Deos existe, e ele é americano!”

E depois dizem que eu não acredito em Deos.

A frase do título foi dita pelo célebre professor Milton Glass em sua obra Superpoderes e Superpotências, e devo admitir que é extremamente pertinente, mais que isso, cabível. Cabível sim, afinal verdadeira seria apenas se Alan Moore fosse, além de gênio, alquimista ou qualquer coisa mais real que um mago (ou qualquer coisa). De forma ou outra, se há um ser, tangível ou fictício, capaz de se equiparar e ser comparado a Deos, esse bendito é o Dr. Jonathan Osterman, também conhecido como o Super Smurf ou simplesmente Dr. Manhattan.

“Eu não acredito que exista um Deos. E se existe eu não me pareço em nada com ele” – disse Deos, digo, Jon. Pois é Doutor, eu sou dessa turma também, mas o senhor há de convir que tem tudo para ser a divindade protetora e objeto mor de adoração dos homens. Lembra-me do menino que se pôs a tirar dúvidas sobre fé, religião e existencialismo com sua querida mãe:

– Mamãe, Deos existe? – pergunta o curioso garoto.

– Mas é claro, meu filho? – a mãe temente responde.

– Ele é uma pessoa como nós? – insiste a criança metediça.

E a mãe:

– Não sei, meu amor, mas acredito que não.

– Ele é branco? – continua perseverante.

– Não, filhote.

– Ele é preto?

– Também não? – responde a mãe sorrindo.

O garoto então confuso emenda:

– Mamãe, Deos é o Michael Jackson?!?

A mãe deu de ombros.

No entanto ela poderia ter negado e dado como tal o Dr. Jon. Apesar de parecer brincadeira ele realmente poderia ser nomeado Deos onipresente, onisciente e onipotente de uma humanidade monoteísta utópica. Em sua curta existência no planeta em que foi concebido, agiu como e tomou decisões, frente aos eventos ocorridos no referido período de tempo, semelhantes às que tomaria o Deos de grande parte das religiões.

Quando contatado por seus fieis terrenos Deos parece estar em algum lugar nos céus, pois é o que fitam os olhos dos mesmos. Curiosamente o refúgio encontrado por Jon localiza-se, em análise pouco radical, n’algum lugar dentro da imensidão azul acima de nossas cabeças. Vale lembrar que sua fuga se deu, indiretamente, por motivo de um caos bélico iminente, no qual desejou não se envolver, permanecendo imparcial e autorizando a serem os homens seus próprios juízes e réus. Vale lembrar que em sua versão cinematográfica assumiu a responsabilidade de uma tragédia colossal, que dizimou milhões de seres humanos e destruiu incontáveis patrimônios. Fazem o mesmo (ou lhe são atribuídos fardos semelhantes), diariamente, os Deoses das mais diversas religiões, organizadas ou não, afinal “aconteceu por que Deus quis” (ou não). Eu duvido muito que um homem de bem ser morto atropelado por um motorista embriagado e drogado seja a vontade de Deos, se ela existir de fato. Jon pensava da mesma forma, não à toa se exilou da humanidade, ou melhor, da versão distorcida tanto quanto poderia ser da que ele ou qualquer outro Deos imaginou. Ele dava sim importância para os homens, apenas achou que já não era mais necessário entre eles, os julgou capazes de caminharem sem auxílio, atribuindo a suas divindades seus fracassos e, desconsiderando seu próprio esforço, suas vitórias. BOA, JON!

Dr. Manhattan poderia sim ser nomeado Deos. Mal não faria. Além de tudo sua pele não é branca, preta, amarela ou vermelha, mas tem a cor de algo comum as pessoas do mundo mundial (exceto o pessoal dos presídios, cavernas, etc.): o céu. Poético, não?

=D

Eu não sei se a Velha Rabugenta pensou nisso, mas é muita coincidência demais. Deve ter mais naquela barba além de piolhos, ácaros e, claro, pelos.

ECA!

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Bate o sino… pequenino… desafinadinho!

Bom Velhinho.... MUAHAHAHA!

Muito bem, amigos. Cá estou eu, dois minutos depois (foi o tempo que levei entre escrever o post anterior e decidir sobre o que seria esse), insultando-os novamente com tão desprezíveis pensamentos. Mas who cares? Not me, so…

Pois então…

Dia desses me pegava ao som de Trans Siberian Orchestra cantarolando algumas melodias natalinas, quando surgiu um questionamento demasiado questionante em minha descampada e vasta mente. Qual é o espírito do natal? Digo, o verdadeeeiro espírito..? Seja lá qual for ele, está bem distante daquele pregado no mundo ocidental de hoje em dia atualmente. Shoppings e comércios com ares de formigueiro, pessoas amontoadas em filas como se fosse judeus em campos de concentração esperando a morte pré-definida, crianças brigando com seus pais por ter seu presente mais barato que o de seus irmãos, entre outros espetáculos horror-circenses típicos do final de ano, são coisas que nos fazem pensar bem sobre o que é o natal de fato.

Colocando todos os moralismos de lado chego a uma conclusão assaz perturbadora sobre o assunto. Sim, as pessoas não comemoram o natal. É meio óbvio, afinal é um grande clichê, mas não creio que seja o que todos versam o “verdadeiro espírito de natal”. Concordo, claro; é uma celebração de união, para ser aproveitada junto com as pessoas de quem se gosta, além de todo aquele blábláblá que a vovó sempre conta antes de colocar o bonequinho Jesus de cera no presépio. Mas uma coisa que poucos lembram é que o natal, pelo menos segundo os cristãos, é uma celebração de aniversário, e como todos e quaisquer outros, representam o início de uma nova era. Tá certo que é uma era bem pequenina, mas ainda assim! Sendo assim, não seria mais interesante aproveitar esse período em que todo mundo se ama, ou diz amar, todo mundo e repensar nossos próprios amores? Coincidentemente ou não é próximo à virada de ano, período de corrupção similar, em que faz fortuna a indústria têxtil branca, mas em que todo mundo brada a sessenta e doze ventos que vai fazer isso e aquilo, e mudar aquilo e aquilo outro. Virada de ano é algo que faz até mais sentido comemorar; todo povo, culto e credo tem anos que terminam e começam.

Diferentemente do que acontece normalmente no supracitado Reveillón, a reforma conceitual e jurídica que acredito ser própria do natal não necessita ser ouvida ou “admirada”, nem pode ser truque de ilusionismo para entreter a si mesmo e a todos. Talvez o natal seja, como deveria ser cada aniversário e dificilmente o é, um processo de auto-crítica e revisão de valores. Um tempo para pensar se tudo está como deveria, e, principalmente, o que precisa mudar (muitas vezes, nós mesmos). Praticando esse exercício simples, embora dificílimo, a surpresa pode ser maior do que aquela causada pelo recebimento do presente mais legal.

Apesar de tudo, há um costume do dia do Papai Noel que me agrada muito… not! É, inclusive, a maior semelhança que se percebe do mesmo com uma festa de aniversário. Ou vocês nunca notaram que em ambos todos se vestem muito bem para…turumturumturumturum… ficar em casa! Fantástico! (OIMAN!)

Antes que me chamem de desalmado assentimental, eu desejo, sim, um feliz natal a todos, seja ele como for.

Eu sei o que meu vai ser massa; ganhei um Dr. Manhattan!

=D

PS: Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.

O Melhor Post de TeoDeos! (por Thales)

Han, han, sacou?

Han, han, sacou?

Inicialmente desconhecia o assunto sobre o qual discorreria nas linhas abaixo, pensei apenas que estava na hora de atualizar esse monte de poeira anciã cujo nome, carinhosamente dado por nós, é (não o meo, mas o) TeoDeos. Eis que depois de muito exigir de minha prezada e adorada massa encefálica, na verdade nem tanto assim, que vos agraciou (?) com intermináveis sentenças e parágrafos do mais alto escalão putrefato e malcheiroso da sociedade cheguei a uma conclusão que me pareceu demasiado convincente, tanto para mim quanto para você leitor, afinal não creio na pluralidade de espécies quando se trata de visitação, leitura e, quem sabe, apreciação deste humilde e bobagildo blog.

Todo indivíduo que passou por uma situação extremamente desconfortável em sua vida. Isso é fato. Aquele momento em que o universo inteiro resolve parar, deixando a palavra com o supracitado cidadão, pego desprevenido e, consequentemente (ainda acho estranho), munido de absolutamente nada para oferecer àqueles que dele esperam tudo naquela hora tão inoportuna. É quando se está conversando com aquela garota (ai de quem falar em machismo) e, depois de tantos pontos em comuns, risadas e até mesmo confissões, pousa uma nuvem clara, cuja descoloração é efeito de um completo vazio que a preenche, que faz serem esquecidas até mesmo as palavras repetidas desde o dia em que foram aprendidas e imobiliza a capacidade de articular idéias, tornando qualquer movimento mais ríspido um sério risco à estabilidade da conversa, já fincada em uma longa pausa silenciosa, repentina e sorrateira. Acontece muito em conversas com desconhecidos, de quem se pretende algo além da discussão em si. É aquele típico “A-ham, pode crer”, seguido de um taciturno gole de cerveja com o cotovelo oposto apoiado sobre o balcão do bar. Assim como o redondo que possui um buraco no meio, escrito com duas letras sendo a primeira “c”, subdividido em virgens e não virgens, o CD aquele, todo mundo já deu, ou vai dar um dia, uma gafe dessas, mesmo que seja conversando com a sua tia avó que deixou de apertar suas bochechas na esperança de poder dialogar de forma madura. Coitadinha.

Mas o que realmente impressiona, pelo menos a mim, é que você, leitor desprovido de coisa menos pior para fazer, chegou até aqui lendo, absolutamente, bosque nenhum. Ou achou mesmo que eu tinha roteirizado o post antes de abrir o Word começar a digitar frenética e não objetivamente? Minhas palavras no início do mesmo foram completamente puras e verdadeiras, como uma irmã da Igreja Universal do Bispo Edir Macedo Reino de Deus. Eu não tinha a menor ideia (estraaanho) do que escrever e resolvi, portanto, praticar a nobre arte fiambreira por algumas linhas. E parece que deu certo. Escrever sobre o fato de não ter sobre o que esquecer é uma bela forma de agradar os alemães (quem entender essa ganha uma surpresa). Como eu disse, e já deve ter sido apagado de sua mente voltada a coisas mais interessantes, meu objetivo era apenas assoprar a camada de dejetos acinzentados e vulneráveis à ação do vento, também conhecidos como poeira.

O título e a foto… foram só pra chamar a atenção.

=D

Watchmen – O Filme (por Thales)

Essa cidade tem medo de mim. Eu vi sua verdadeira face.

"Essa cidade tem medo de mim. Eu vi sua verdadeira face."

Antes de qualquer outra coisa confesso ser fã declarado da graphic novel que originou o filme. A obra é indiscutivelmente fantástica e merece ser lida por qualquer ser disposto a curtir um texto que vai um pouquinho, mas só um pouquinho além da realidade high school sex party ocidental atual de hoje em dia. E isso vale até para os não familiarizados com a cultura nerd, afinal estamos falando de um romance gráfico, não um mero gibi. Capiche?

Eis que, no glorioso dia seis de março de 2009, estreou a alardeada e extremamente aguardada adaptação cinematográfica da supracitada história (não preciso escrever o nome, né?). Estava lá eu, feliz da vida, com meu ingresso na mão – chateado, devo dizer, por no mesmo estar registrado o dia seguinte ao da estréia, graças à maldita sessão à 00h02 – pronto para ver minha cabeça explodir e sujar o teto da sala de cinema com meus ainda extasiados miolos. É… Não foi o que aconteceu. Infelizmente. O filme que eu esperava acabou por ficar só na minha imaginação, adjacente a essa resenha já devidamente preparada para ser gerada ao término da exibição. Brochei, e ainda sai da sala com a sensação de não ter entendido coisa alguma projetada na telona.

Mas nada como o tempo. Aaaah, o bom e velho tempo, capaz de curar até dores de cabeça causadas por repentinas e pontiagudas protuberâncias entre os fios (ou não) de cabelo, especialmente em homens cujos pulsos y otras cositas más não são lá dos mais firmes. Então… Depois de todo esse tempo, muito fã metendo o instrumento de trabalho do Ron Jeremy no filme, apesar da boa recepção pela crítica especializada, surge nas interwebs, graças a uns malucos que, não sei como, conseguem ripar os discos Blu-ray, a versão adiantadíssima (o lançamento do DVD AND do Blu-ray devem acontecer no final do mês de julho) em alta definição da bagaça. Sim, eu baixei sim, afinal não tenho um player do disquinho azul e não consigo qualidade semelhante com o DVD que, sim, vou comprar sim. Dessa forma, sem maiores pretensões, resolvi assisti-lo novamente. E, sem exageros, WOW! Simplesmente WOW!

Foi exatamente o que eu disse, ou pelo menos pensei, quando o fenomenal enquadramento final entrou em cena. Permaneci imóvel, desacreditado daquilo que vira, quase não crendo que tudo aquilo porque tanto esperei havia, finalmente, se tornado realidade. Zack Snyder fez o impossível: adaptar o inadaptável! Pra falar a verdade continuo achando que a obra é perfeita, imutável e inadaptável, mas só lendo pra entender o porquê. A verdade é que o resultado obtido é muito além do que se pode imaginar; uma obra prima. Atenho-me de hipérboles e quaisquer outras figuras de linguagem quando me disponho a discorrer sobre a obra original, e agora, às devidas proporções, posso fazer o mesmo com a versão cinematográfica. Pode Alan Moore, aka Velha Rabugenta, resmungar o quanto quiser. O fato é que Watchmen – O Filme é animal!

Como já era de se esperar – o mesmo ocorreu com 300, filme anterior de Snyder – o filme é fidelíssimo à graphic novel, quase documental, e, apenas, ver todo o brilho de cada quadrinho ganhar vida no mundo real já vale o ingresso/locação/download/whatsof*ckingever. Tudo é reproduzido de forma belíssima, desde um simples pôster colado a um muro qualquer ou o azul inebriante e encantador do Dr. Manhattan, o Super Smurf, ou Smurfão para os mais íntimos, a despeito da monocromática retratação original. Está tudo lá, por vezes até mais atraente – vide a máscara do Rorschach – retratando com maestria a atmosfera mórbida e desprezível criada por Alan Moore, autor da obra. É incrível a riqueza de detalhes incorporada a cada quadro; vale a pena passar um por um atrás de pequenas coisas escondidas. Lindo!

Depois de ler tanta baboseira, leitor desprovido de coisa melhor para fazer, deve estar se perguntando: mas sobre o que diabos é esse maldito filme?!?! Pois bem… em poucas palavras. Um grupo de pessoas se junta para combater o crime no mundo real, não aquele do Superman e do Batman, e, em meio à Guerra Fria surge, sob a bandeira Americana, um ser humano com poderes divinos, capaz de destruir o planeta com um simples piscar de olhos, mudando completamente o rumo do conflito armado. Com a morte de um desses super heróis fantasiados a história tem início determinado. Basicamente é isso… Assaz mesmo é o que acontece ao redor do que foi descrito, mas ninguém quer nenhum spoiler, né? =D

Acontece que esse mesmo enredo foi o maior alvo das críticas por parte dos fãs, graças a uma singela alteração no fim. Singela naquelas, porque é uma BAITA mudança, mas que, sendo bem sincero, não diminuiu em nada o brilhantismo original. Confesso que o final da graphic é superior, até mesmo por envolver conceitos e fatos muito mais complexos que o filme, por maior que fosse o número de tentativas, não seria capaz de explorar. Entretanto a alteração se faz tão eficiente quanto, dada a sua simplicidade e consequente apelo junto ao público menos atento, e mantém a sensação de fôlego sendo tirado ao entender tudo o que se passa de verdade (é no fim que se entende toda a história por trás da história). É verdade! Toda a emoção proveniente da leitura dos volumes finais do romance voltou com toda força ao assistir novamente ao filme (e, posteriormente, à versão do diretor, ainda mais brutal).

Uma ressalva se faz necessária. Não pensem que gostei do filme por ser fã, pelo contrário. Se não achasse interessante a qualquer um, não teria escrito tudo isso, né? =D

Watchmen é um filme, antes de qualquer coisa, sobre seres humanos. É um drama sobre a realidade de um mundo já em estado de caos espiritual à beira de um colapso, cujas cenas de ação são pontuais e, apesar de absurdamente violentas, acredite, poeticamente lindas. Talvez não um filme que mude sua vida, mas tenha certeza que levantará muitas questões que merecem ser discutidas, ou pelo menos pensadas. E tudo isso embalado por canções nostálgicas das décadas de 60, 70, 80 e encenado por atores cujas interpretações são impressionantes.

Eu, em nome de TeoDeos, recomendo uma conferida na película. Não estou dizendo que é a versão definitiva e tudo será rosas e caldo de feijão (humano); se achar interessante e não tiver nada melhor pra fazer, procura a graphic novel em algum desses blogs por interwebs ai afora, porque essa sim não decepciona nem se lida no momento da comunicação sagrada homem – mãe-natureza. De qualquer forma é um filmão, e se me convidarem pra assistir junto, considerem aceito.

Só mais uma coisa: eu concordo com quem disse que o mundo ainda não estava preparado para Watchmen, ou pelo menos um filme de.

Sem PS dessa vez.

Nhé, nojento!

Wallpapers para ser (muito mais) feliz! =D (por Thales)

É isso mesmo, criançada. Venho, por meio deste, dar continuidade à série de posts cujo sucesso alcança todos os cantos do uiverso do TeoDeos.

Aproveitando a onda Star Wars que contagia e alegra  minha vida por ai (agora sem acento =D) agracio-vos com uma leva singela de papeis (agora sem acento =D [2]) de parede edificantes daquela que ultrapassa os limites da capacidade feminina humana de ser assaz quando em trajes típicos de uma genuína escrava Hutt. The Golden Bikini.. YAHAM!

Sem mais delongas… Kristen Bell, mané!

PS: ah, como eu queria ser uma câmera (no nono wallpaper)… =D

Romeu sem Julieta + Inutilidades Pra Pensar (ou não)! =D (por Thales)

Yeah, right!

Yeah, right!

Outro dia, pensando eu cá com meus botões, dei-me conta de como o mundo é relativamente perfeito. Volto a dizer que, se o real fosse, pelo menos, 50% parecido com o ideal seria infinitamente melhor (OIKRIS!). Entretanto, por mais que seja difícil acreditar, e, por vezes, engolir, creio que a forma como as coisas se apresentam é como elas deveriam se apresentar, e a ordem natural das coisas se dá, mais ou menos por aí.

(“Ao infinito e”) Além, pensei sobre as coisas boas que só existem, ou apenas existem de forma brilhante, quando adjacentes a outras, incríveis também, mas nem tanto sozinhas. Talvez venha à mente arroz e feijão. Eu até concordaria, se não fosse algo tão non-sentimental. Claro, é a refeição essencial do ser humano, que faria feliz como nunca a esmagadora maioria da população africana; seria agressividade e discriminação desconsiderar isso. Mas estou me referindo a coisas que, aparentemente não colaboram para o desenvolvimento mundial nem para o desenvolvimento intelecto-individual de cada um (desliga o PC e vai ler um livro!), mas são tão divertidas e tem tanto valor sentimental.

São coisas diversas que valem muito pra uns e para outros podem não passar de simples banalidades. Querem ver um exemplo: peru no Natal. Não é obrigação, nem todo mundo gosta do galináceo nascido para morrer em nome de Papai Noel, mas que graça teria a ceia sem o dito cujo douradão enfartando e embelezando a mesa? Então. É aquela coisa: o que seria do SBT sem o Sílvio Santos? E a Nintendo sem o Mario? Como o Tom seria tão legal se o Jerry não o zoasse tanto? Como seria Romeu feliz se, mesmo sendo contra todas as normas, não amasse Julieta? São típicas coisas que, quando se fala uma, ouve-se a outra; algo quase automático.

Onde quero chegar com isso? Quero que imaginem (ou não), como eu fiz, que bacana (?) seria se, de repente, toda essa realidade, toda essa alegria, fosse distorcida. Imaginem se, do nada, todos esses pares, esses casais perfeitos se separassem. Seria algo horroroso, beirando o catastrófico. Seria como querer que o mundo comece a girar ao contrário, né? O que, realmente, me pergunto é se fomos preparados para suportar uma tão drástica alteração de padrões. Será que o ser humano, dotado de inteligência e sentimentos, em doses milimetricamente específicas para cada um, está sujeito a separar o inseparável? Será que Jon nos deu essa capacidade, afinal ele sofreu a pior experiência possível em se tratando disso..? É uma questão a se pensar. O Bochecha que o diga. =/

Então… quero dizer, na verdade, que, por mais que, às vezes, não pareça, as coisas são boas da forma como são, e, tentar mudá-las é agir contra a natureza. Eu não sou muito de acreditar em destino, mas, acredito que, se algo realmente fantástico acabou, ou um se partiu em dois, é apenas momentâneo, não vai durar pra sempre. Já disse o profeta: “Em time que está ganhando se mexe… se mexe para ganhar de goleada!”. O que é perfeito assim foi feito para ser assim. YAY

É como querer que o Ross e a Rachel não fiquem juntos na finaleira do fim. WTF?

Eu sei que é um assunto nada a ver e nem um pouco interessante, mas, who cares?

=D

Wallpapers para ser mais feliz! =D (por Thales)

Devido ao estrondoso sucesso do post anterior referente ao mesmo assunto, venho, por meio deste, atender as necessidades dos homens leitores desejosos de mais alegria.

Fiz uma nova, e muito seletiva seleção (!) de papéis de parede para que ponhamos todos na área de trabalho de nossos micros, e chamemos amigos, romanos e conterrâneos para contemplar sua beleza.

Tudo que acabei de escrever torna-se deveras inútil a partir do mometo em que a primeira figura aí embaixo for deslumbrada. (Kristen Stewart, mané!)

And the very best ever one… *turumturumturumturum*

transformersmeganpaper

(Isso não era um teste de visão? YAHAM!)

É isso aí, criançada! Podem chamar a mamãe, a titia, a vovó e, principalmente o vovô. Não porque chegou na porta da sua casa o Carro do Sorvete, também conhecido como Setebolasporumreal ou O Carro da Família Brasileira, mas porque agora vocês tem os papéis de parede mais f*cking cool de todos os tempos!

Para salvar é só abrir a imagem e, na página anexa, clicar sobre ela com o botão da direita e selecionar “Salvar imagem como…” (sim, será salva com tamanho de wallpaper ¬¬)

YAY! =D

PS: machista, eu? Nãããã…

PS2: XD

PS3: aaaah, Megan Fox…