Agora FoiDeos… (Por Renan)

Não vou adentrar o assunto, mas foi um golpe muito duro no bolso coração dos fiéis de TeoDeos. Ééée amigo. Vídeo autoexplicativo, a reportagem foi exibida ontem pela Globo e isso tudo me deixa risonho.  Muito risonho…

Anúncios

Watchmen – O Filme (por Thales)

Essa cidade tem medo de mim. Eu vi sua verdadeira face.

"Essa cidade tem medo de mim. Eu vi sua verdadeira face."

Antes de qualquer outra coisa confesso ser fã declarado da graphic novel que originou o filme. A obra é indiscutivelmente fantástica e merece ser lida por qualquer ser disposto a curtir um texto que vai um pouquinho, mas só um pouquinho além da realidade high school sex party ocidental atual de hoje em dia. E isso vale até para os não familiarizados com a cultura nerd, afinal estamos falando de um romance gráfico, não um mero gibi. Capiche?

Eis que, no glorioso dia seis de março de 2009, estreou a alardeada e extremamente aguardada adaptação cinematográfica da supracitada história (não preciso escrever o nome, né?). Estava lá eu, feliz da vida, com meu ingresso na mão – chateado, devo dizer, por no mesmo estar registrado o dia seguinte ao da estréia, graças à maldita sessão à 00h02 – pronto para ver minha cabeça explodir e sujar o teto da sala de cinema com meus ainda extasiados miolos. É… Não foi o que aconteceu. Infelizmente. O filme que eu esperava acabou por ficar só na minha imaginação, adjacente a essa resenha já devidamente preparada para ser gerada ao término da exibição. Brochei, e ainda sai da sala com a sensação de não ter entendido coisa alguma projetada na telona.

Mas nada como o tempo. Aaaah, o bom e velho tempo, capaz de curar até dores de cabeça causadas por repentinas e pontiagudas protuberâncias entre os fios (ou não) de cabelo, especialmente em homens cujos pulsos y otras cositas más não são lá dos mais firmes. Então… Depois de todo esse tempo, muito fã metendo o instrumento de trabalho do Ron Jeremy no filme, apesar da boa recepção pela crítica especializada, surge nas interwebs, graças a uns malucos que, não sei como, conseguem ripar os discos Blu-ray, a versão adiantadíssima (o lançamento do DVD AND do Blu-ray devem acontecer no final do mês de julho) em alta definição da bagaça. Sim, eu baixei sim, afinal não tenho um player do disquinho azul e não consigo qualidade semelhante com o DVD que, sim, vou comprar sim. Dessa forma, sem maiores pretensões, resolvi assisti-lo novamente. E, sem exageros, WOW! Simplesmente WOW!

Foi exatamente o que eu disse, ou pelo menos pensei, quando o fenomenal enquadramento final entrou em cena. Permaneci imóvel, desacreditado daquilo que vira, quase não crendo que tudo aquilo porque tanto esperei havia, finalmente, se tornado realidade. Zack Snyder fez o impossível: adaptar o inadaptável! Pra falar a verdade continuo achando que a obra é perfeita, imutável e inadaptável, mas só lendo pra entender o porquê. A verdade é que o resultado obtido é muito além do que se pode imaginar; uma obra prima. Atenho-me de hipérboles e quaisquer outras figuras de linguagem quando me disponho a discorrer sobre a obra original, e agora, às devidas proporções, posso fazer o mesmo com a versão cinematográfica. Pode Alan Moore, aka Velha Rabugenta, resmungar o quanto quiser. O fato é que Watchmen – O Filme é animal!

Como já era de se esperar – o mesmo ocorreu com 300, filme anterior de Snyder – o filme é fidelíssimo à graphic novel, quase documental, e, apenas, ver todo o brilho de cada quadrinho ganhar vida no mundo real já vale o ingresso/locação/download/whatsof*ckingever. Tudo é reproduzido de forma belíssima, desde um simples pôster colado a um muro qualquer ou o azul inebriante e encantador do Dr. Manhattan, o Super Smurf, ou Smurfão para os mais íntimos, a despeito da monocromática retratação original. Está tudo lá, por vezes até mais atraente – vide a máscara do Rorschach – retratando com maestria a atmosfera mórbida e desprezível criada por Alan Moore, autor da obra. É incrível a riqueza de detalhes incorporada a cada quadro; vale a pena passar um por um atrás de pequenas coisas escondidas. Lindo!

Depois de ler tanta baboseira, leitor desprovido de coisa melhor para fazer, deve estar se perguntando: mas sobre o que diabos é esse maldito filme?!?! Pois bem… em poucas palavras. Um grupo de pessoas se junta para combater o crime no mundo real, não aquele do Superman e do Batman, e, em meio à Guerra Fria surge, sob a bandeira Americana, um ser humano com poderes divinos, capaz de destruir o planeta com um simples piscar de olhos, mudando completamente o rumo do conflito armado. Com a morte de um desses super heróis fantasiados a história tem início determinado. Basicamente é isso… Assaz mesmo é o que acontece ao redor do que foi descrito, mas ninguém quer nenhum spoiler, né? =D

Acontece que esse mesmo enredo foi o maior alvo das críticas por parte dos fãs, graças a uma singela alteração no fim. Singela naquelas, porque é uma BAITA mudança, mas que, sendo bem sincero, não diminuiu em nada o brilhantismo original. Confesso que o final da graphic é superior, até mesmo por envolver conceitos e fatos muito mais complexos que o filme, por maior que fosse o número de tentativas, não seria capaz de explorar. Entretanto a alteração se faz tão eficiente quanto, dada a sua simplicidade e consequente apelo junto ao público menos atento, e mantém a sensação de fôlego sendo tirado ao entender tudo o que se passa de verdade (é no fim que se entende toda a história por trás da história). É verdade! Toda a emoção proveniente da leitura dos volumes finais do romance voltou com toda força ao assistir novamente ao filme (e, posteriormente, à versão do diretor, ainda mais brutal).

Uma ressalva se faz necessária. Não pensem que gostei do filme por ser fã, pelo contrário. Se não achasse interessante a qualquer um, não teria escrito tudo isso, né? =D

Watchmen é um filme, antes de qualquer coisa, sobre seres humanos. É um drama sobre a realidade de um mundo já em estado de caos espiritual à beira de um colapso, cujas cenas de ação são pontuais e, apesar de absurdamente violentas, acredite, poeticamente lindas. Talvez não um filme que mude sua vida, mas tenha certeza que levantará muitas questões que merecem ser discutidas, ou pelo menos pensadas. E tudo isso embalado por canções nostálgicas das décadas de 60, 70, 80 e encenado por atores cujas interpretações são impressionantes.

Eu, em nome de TeoDeos, recomendo uma conferida na película. Não estou dizendo que é a versão definitiva e tudo será rosas e caldo de feijão (humano); se achar interessante e não tiver nada melhor pra fazer, procura a graphic novel em algum desses blogs por interwebs ai afora, porque essa sim não decepciona nem se lida no momento da comunicação sagrada homem – mãe-natureza. De qualquer forma é um filmão, e se me convidarem pra assistir junto, considerem aceito.

Só mais uma coisa: eu concordo com quem disse que o mundo ainda não estava preparado para Watchmen, ou pelo menos um filme de.

Sem PS dessa vez.

Nhé, nojento!

Wallpapers para ser (muito mais) feliz! =D (por Thales)

É isso mesmo, criançada. Venho, por meio deste, dar continuidade à série de posts cujo sucesso alcança todos os cantos do uiverso do TeoDeos.

Aproveitando a onda Star Wars que contagia e alegra  minha vida por ai (agora sem acento =D) agracio-vos com uma leva singela de papeis (agora sem acento =D [2]) de parede edificantes daquela que ultrapassa os limites da capacidade feminina humana de ser assaz quando em trajes típicos de uma genuína escrava Hutt. The Golden Bikini.. YAHAM!

Sem mais delongas… Kristen Bell, mané!

PS: ah, como eu queria ser uma câmera (no nono wallpaper)… =D

Feliz (todos os) dia(s) das mães!

Otiii..!

Otiii..!

Domingueira, 10 de maio de 2009. É, criançada, hoje é dia das mães! Por isso, todos nós do TeoDeos desejamos o melhor dia das mães a todas as mamães desse Brasil varonil. Mas como, provavelmente, nenhuma mãe acessa o site (pelo menos eu acho que não o.O), o que torna o título, de certa forma, estranho, escrevo isto àqueles que e dispuseram a ler isto ao invés de ir lá dar um abração naquelas que os trouxeram ao mundo. Que coisa feia.

Eu poderia dizer que hoje é aquele dia especial em que devemos dizer o quanto amamos e o quão importante é nossa mãezinha; aquele em que ela ficará deitada na cama ou sentada no sofá sendo tratada com uma rainha, não se cansará ou estressará com nada, será elogiada, bajulada e receberá tudo aquilo que merece e sempre mereceu. Eu até poderia, mas não vou. Não vou porque é uma data comercial, criada pelo comércio e para o comércio (vender mais). Entretanto, não me digo indignado com este, mas comigo, e com todos nós, que nunca levamos a sério a mais que batida frase “Todo dia é dia das mães.”

Pois é. Por mais que a ouçamos – e até a repitamos – várias e várias vezes nunca nos damos conta da veracidade da mesma. Não nos damos conta da verdadeira importância de nossas mães. Não nos damos conta que o dia das mães acontece de segunda a segunda, em todas as semanas, meses e anos. Não percebemos que a forma como a tratamos a cada segundo domingo de maio deve ser a forma como devíamos e devemos tratá-la todos os dias.

Grande parte do que somos hoje, devemos a nossos pais. Eles são os responsáveis pela formação de nosso caráter, nossos valores, vícios, virtudes, medos, e tantas outras características. Ambos! Mas, concordemos que existe uma relação diferente com nossas mães, uma ligação mais forte, um laço mais firme. Talvez seja pelos nove meses que nos carregaram em seus ventres ou pelos anos que nos amamentaram em seus seios (tem maluco que mama até os dezoito! XD), talvez. Mas, de verdade, não tem importância. O que, de fato, importa é fazer com que saibam o quão gratos somos a tudo que fizeram por nós e que sentimos sua falta todos os dias em que não as vemos. Fazer com que saibam que sua comida é nossa favorita e que ninguém nos faz carinho como elas. Fazer com que se sintam orgulhosas de nos ter como filhos e, sobretudo AND sempre, que as amamos mais que qualquer outra pessoa no mundo.

Um ótimo dia das mães a todos que leram e a suas respectivas mamães.

TeoDeos deseja tudo de melhor! ^_^

PS: Se ainda não disseste “Eu te amo, mãe!” hoje, estás esperando o que?

PS2: Eu ia postar um vídeo da Megan Fox pra que não ficassem me chamando de bissinha, mas nem tô! =D

PS3: Eu te amo, mãe!

Wallpapers para ser mais feliz! =D (por Thales)

Devido ao estrondoso sucesso do post anterior referente ao mesmo assunto, venho, por meio deste, atender as necessidades dos homens leitores desejosos de mais alegria.

Fiz uma nova, e muito seletiva seleção (!) de papéis de parede para que ponhamos todos na área de trabalho de nossos micros, e chamemos amigos, romanos e conterrâneos para contemplar sua beleza.

Tudo que acabei de escrever torna-se deveras inútil a partir do mometo em que a primeira figura aí embaixo for deslumbrada. (Kristen Stewart, mané!)

And the very best ever one… *turumturumturumturum*

transformersmeganpaper

(Isso não era um teste de visão? YAHAM!)

É isso aí, criançada! Podem chamar a mamãe, a titia, a vovó e, principalmente o vovô. Não porque chegou na porta da sua casa o Carro do Sorvete, também conhecido como Setebolasporumreal ou O Carro da Família Brasileira, mas porque agora vocês tem os papéis de parede mais f*cking cool de todos os tempos!

Para salvar é só abrir a imagem e, na página anexa, clicar sobre ela com o botão da direita e selecionar “Salvar imagem como…” (sim, será salva com tamanho de wallpaper ¬¬)

YAY! =D

PS: machista, eu? Nãããã…

PS2: XD

PS3: aaaah, Megan Fox…

Teste de Visão Teletubie (Madruga)

Desculpa Töruh por ser repetitivo no post, mas tava navegando (lindo isso) na net e achei essa imagem e tive que postar no teste de visão. Porque o título da reportágem era:

“Sabrina Boing Boing usa máscara em aéroporto para se proteger da gripe suína, leia mais abaixo da imagem:”

Eu não vi nada disso aí…

Só achei o boing boing, acho que essa reportágem estava errada. Esses jornalistas…

Me ajudem aí

OBSERVE ATENTAMENTE:peitopeitopeitopeitopeito

1 – ENCHERGOU BOING BOINGS APENAS? (AEEEE NÃO TO LOCO)

2 – SE VOCÊ CONSEGUIU ENCHERGAR UM MOÇA (PARABÉNS JÁ TÁ MELHOR DO QUE EU)

3 – SE CONSEGUIU ENCHERGAR UMA MOÇA DE MÁSCARA (SE ESFORÇOU NÉ AMIGÃO?!? TÁ DE ZUERA COMIGO!?!)

4 – ACHOU O TEXTO DA REPORTÁGEM???????? O.o (EIA ESSE MUNDO TA PERDIDO)

Will you still love me in the morning?

Forever and ever, babe.

Forever and ever, babe.

Primeiramente quero dizer que eu não sumi, nããão. Nesses últimos dias (leia-se semanas), estive muito estressada, cansada e com a mente esgotada, então qualquer coisa que escrevesse e publicasse sairia ruim. Época de provas destrói com qualquer um. Mas aqui estou viva e bem disposta pra tudo de novo =D

O título do post deve ser conhecido de muitos, principalmente depois de segunda-feira à noite. Tem gente que não conhece (né, Renan?!), então eu explico: é a frase bonitinha do first kiss time que tem no Click.
– Click, ahn, como assim?!
É a comédia (?) com o Adam Sandler que passou na Globo, nessa véspera de feriado à noite. O ponto de interrogação é pela história contada no filme. É aparentemente uma comédia, mas tem uma “moral da história”, não é somente uma comédia de risos certos por ter piadas prontas.

No filme, Michael é um arquiteto que trabalha demais pra ser sócio da empresa, não por querer sobrepor seu sucesso profissional à vida pessoal, mas justamente por querer dar melhores condições à sua família. Só que ele acaba perdendo esta, por se concentrar tanto apenas no trabalho. No final do filme ele diz ao filho, Ben (interpretado por Jake Hoffman, que é MUITO LINDO!), uma frase que resume a “moral” do filme: “Family comes first”.

Dá pra pensar (muito) sobre isso, de vários aspectos. De como nós estamos conduzindo as nossas vidas com as nossas escolhas. Ou o que tem maior valor: a nossa vida pessoal ou profissional. De que forma estamos agindo com aqueles que nos amam e se importam conosco.  Da maneira que estamos buscando a nossa felicidade, planejando “o fim” pensando ou não “no(s) meio(s)”.

Pra quem não assistiu, fica a sugestão, porque vale a pena. Advirto que causa comoção. Eu, por exemplo, choro litros ao assisti-lo, mesmo já sabendo toda história hahah Pra quem assistiu, comenta aí o que achou e se também pensou nisso tudo que eu escrevi.

Ah! Além da frase bonitinha, no first kiss time, ainda tá tocando Linger: “Were you lying all the time? Was it just a game to you? But I’m in so deep… You know I’m such a fool for you”. Lindo demais =)