A dignidade que sobra…

de Celso Juarez Roth deveria ser utilizada para, DE UMA VEZ POR TODAS, sair do Grêmio.

Celso Roth, vai e não volta nunca mais. Quem te quer no Grêmio, além da direção “cega” e inerte, é a torcida do Inter, como se pôde perceber durante a partida de hoje.

Estou escrevendo esse post com os dedos agitados, apesar da tendinite que incomoda, mas não consigo, mesmo querendo muito, externar a minha indignação com a situação que o Grêmio se encontra. Não bastasse as vitórias medíocres e as derrotas vexatórias, graças ao nosso amigo Celsão, o Grêmio deixou escapar mais uma vitória e título possíveis.

Lembremos o retrospecto deste estupendo técnico, que aparenta colecionar derrotas e vice-campeonatos, além de gostar de ter sua mãe lembrada e mencionada pela torcida a todo fiasco que o Grêmio faz. Só os torcedores mais alegres e faceiros que se enganam com as “vitórias” na Libertadores. Não ganho 200 mil por mês para ser técnica e  nem jogo futebol; tenho só 18 anos e sou uma reles torcedora. Aliás, este post é escrito pela representante feminina desde blog, ora vejam só. Apesar de todas estas circunstâncias, eu, Nathália, espero do fundo do coração que bons ventos soprem no Olímpico e façam a direção gremista mandar embora este que, com pouca exceção do azar, é o responsável pelos últimos fracassos do Grêmio. Ou então que Celso Roth vá embora por impulso próprio, culpando as sucessivas desavenças com a torcida.

Acho que a derrota no Gre-nal de hoje é o que basta para isso. Se a última atuação contra o Caxias não foi o suficiente, então hoje foi. Demasiadamente suficiente. Não podemos arriscar mais um título, a Libertadores da América, por acreditar que foi culpa do azar, do acaso, ao invés da incompetência de Celso Roth no comando da equipe, não é, direção? O pior cego é aquele que não quer enxergar.

Mais: que bons ventos soprem a favor do gol do adversário e empurrem as bolas para dentro do gol também. Os jogadores precisam urgentemente ser benzidos para tirar esse carma de perder gols feitos (leia-se sem goleiro) e carimbar a trave.

Com expectativas de prósperos dias tricolores, Nathália.

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