Show do Kiss y otras cositas más. (por Thales)

Gods of thunder AND rock n roll

Gods of thunder AND rock n' roll

Cof, cof… eu vou no show do Kiss, falou?!? XD

Certo, certo. Brincadeiras à parte, vamos ao que interessa.

Dia oito de abril de dois mil e nove é uma data histórica (SHOW DO KISS, MANÉ!). Pra mim. Entretanto nem tudo são rosas e vinho tinto. Estávamos eu e meu irmãozinho querido em um tremendo impasse dia desses. Um “vamos ou não?” fr0m h3ll. Afinal o preço não é lá muito atrativo e as condições menos ainda. Eis que minha mãe salva a (nossa) pátria.

“Meus filhos, vão! É uma oportunidade única.” – ela disse. E a partir disso comecei a pensar um pouco mais profundamente.

DUH! Claro que compramos os ingressos, ou não teria motivo pra escrever esse post. BUT não foi sobre eles que coloquei-me a figurar. Mas sobre o que disse minha mãezinha.

Fiquei pensando bastante naquilo, e cheguei a uma conclusão da qual, mesmo muito óbvia, até mesmo por ser um clichê, pouquíssimas pessoas conseguiram perfazer-se, e agirem da forma como pretendo, a partir de então: a vida é curta, MUITO curta. Finalmente me dei conta disso. E creio tê-lo feito deveras tarde.

Imaginei o que sentiria se não fosse ao show. Logo após o show do Iron Maiden lembro ter comentado com aqueles que comigo foram exatamente isto: “Agora só falta ver o Kiss pra morre feliz!” (até rimou). Na época, e hoje não é diferente, achava que o único espetáculo musical capaz de superar a apresentação que vi naquela noite seria protagonizado pelos Srs. Paulo Stanley e Gene Simões. Assim sendo, decidi que TENHO que ir nesse show, por mais caro que seja. E isso representou muita coisa pra mim. E acho que também pode fazê-lo a qualquer um.

Pensei em tudo aquilo que tive vontade de fazer e, mesmo tendo a oportunidade, hesitei/deixei passar. A sensação d”O que poderia ter sido” é incontrolavelmente incômoda. Com base nisso conclui que o melhor remédio para combatê-la é evitá-la. Como? Fazendo tudo aquilo que der vontade. Não deixando passar o momento.

Parece muito simples e infantil toda essa filosofia, mas não é. Não quando experiencia-se a perda do que não se teve. Eu já passei por isso e não pretendo passar novamente. E também não recomendo.

Em suma quero dizer: vivamos nossas vidas! Não deixemos que escapem oportunidades, sejam elas únicas ou não. Não deixemos de comprar, mesmo não necessitando , mas apenas querendo, aquilo que está super barato, ou comer aquilo que deu muita vontade, mesmo já tendo almoçado dez minutos antes.  Não deixemos de fazer o que achamos legal só porque alguém disse que não é. Não deixemos de dizer aos nossos amigos o quão importantes eles são para nós, afinal não sabemos quando não os veremos novamente. Não deixemos de agradecer nossos pais por tudo que fizeram (e fazem)  por nós; eles são 101% de nossas vidas. E jamais tenhamos medo  de dizer “eu te amo”, seja para quem for; talvez seja só isso falte para que sejamos completamente felizes.

Às vezes só percebemos a verdadeira importância de algo depois de o perdermos. A vida não pode escorrer por entre nossos dedos.

No mais era isso mesmo. Só quis compartilhar meus pensamentos com vocês. ^_^

Ah, tem mais uma coisa… EU VOU AO SHOW DO KISS, P****!!!!!!!

Nhá, zoei!

Ouvindo: Joe Satriani – Friends

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